Copa do Mundo é sempre muito aguardada e vista pelos torcedores, por reunir os grandes astros no mundo da bola. Com isso, não é incomum comparações entre os atletas, seja em campo ou na conta bancária. Sobre esse cenário, vamos falar de dois jogadores de lados opostos no globo: Nova Zelândia e Brasil, pelos pés de Raphinha e Chris Wood.
Começamos pelo jogador Neozelandês. Capitão e principal referência técnica da seleção da Nova Zelândia, Chris Wood liderou os All Whites na estreia da equipe diante do Irã, na última segunda-feira (15), pela Copa do Mundo de 2026. Aos 34 anos, o experiente atacante chega ao torneio como o maior ídolo recente da equipe.
Nascido em Auckland, em 7 de dezembro de 1991, Wood iniciou sua trajetória no futebol em seu país de origem antes de se transferir ainda jovem para a Inglaterra. Ao longo da carreira, acumulou passagens por clubes tradicionais do futebol inglês, como West Bromwich, Leicester City, Leeds United, Burnley e Newcastle United.
Atualmente, o camisa 9 defende o Nottingham Forest, equipe da Premier League. Contratado em definitivo em 2023, o atacante se consolidou como uma das principais peças ofensivas do clube, com vínculo válido até junho de 2027.
Falando em termos financeiros, Wood tem um bom salário na Europa, com 4,68 milhões de euros ao ano, isso equivale a R$ 27 milhões de reais, mais precisamente R$ 2,3 milhões por mês aos cofres de sua atual equipe, de acordo com informações do portal Copology.
Temporada marcada por recuperação
A temporada 2025/26 foi desafiadora para o atacante devido a problemas físicos. Wood sofreu uma lesão no joelho que exigiu cirurgia e o afastou de parte da reta final do Campeonato Inglês.
Recuperado, o neozelandês voltou aos gramados em abril e retomou o bom desempenho pelo Nottingham Forest. Desde seu retorno, marcou dois gols pela equipe comandada pelo técnico Vítor Pereira, demonstrando estar em condições de liderar a Nova Zelândia na busca por uma campanha histórica no Mundial.
Raphinha ganha bem mais com a camisa do Barcelona
Já o brasileiro Raphinha, diferentemente de Wood, não começou bem na Copa do Mundo, mas recebe bem mais vestindo a camisa do Barcelona. Também de acordo com o Copology, o brasileiro tem um vencimento na casa de 16,6 milhões de euros por ano, isso significa em R$ 98,4 milhões ao ano e R$ 8,2 milhões por mês, com a camisa do clube espanhol.
Jogador muito criticado na estreia do Brasil na Copa
Brasil e Marrocos ficaram no empate por 1 a 1 na noite do último sábado (13), pela primeira rodada da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. Após a partida disputada nos Estados Unidos, alguns jogadores da Seleção Brasileira foram alvo de críticas nas redes sociais, especialmente o atacante Raphinha.
Titular e presente em campo durante os 90 minutos, o camisa 11 teve uma atuação discreta e pouco conseguiu contribuir ofensivamente diante da forte marcação marroquina. O desempenho abaixo do esperado gerou uma série de comentários de torcedores, que apontaram o jogador do Barcelona como um dos principais destaques negativos da estreia brasileira.
A Seleção Brasileira encontrou dificuldades desde os minutos iniciais. Com Lucas Paquetá atuando pela direita, Vini Jr pela esquerda e a dupla formada por Igor Thiago e Raphinha mais centralizada, a equipe comandada por Carlo Ancelotti sofreu diante de um Marrocos mais intenso e organizado.
Os africanos dominaram o início da partida e foram recompensados aos 21 minutos. Após um lançamento em profundidade, Gabriel Magalhães falhou na tentativa de interceptação, permitindo que Saibari avançasse livre e finalizasse na saída de Alisson para abrir o placar.
O Brasil só conseguiu reagir aos 32 minutos. Bruno Guimarães encontrou um excelente passe para Vini Jr, que dominou, deixou o marcador para trás e bateu colocado para empatar o confronto.
O segundo tempo teve menos intensidade. O Marrocos diminuiu o ritmo, demonstrando desgaste físico, enquanto o Brasil passou a ter mais posse de bola, mas encontrou dificuldades para transformar o domínio territorial em oportunidades claras de gol.
Ancelotti promoveu mudanças na equipe, substituindo Casemiro e Ibañez, ambos amarelados, por Fabinho e Danilo. Mais tarde, Matheus Cunha e Luiz Henrique entraram nos lugares de Lucas Paquetá e Igor Thiago.
A entrada de Matheus Cunha deu mais mobilidade ao setor ofensivo e proporcionou uma das melhores jogadas da etapa final, novamente com participação de Vini Jr. Ainda assim, a Seleção seguiu encontrando dificuldades para furar a defesa marroquina.
Nos minutos finais, Danilo Santos teve a melhor oportunidade brasileira, mas parou em grande defesa de Bounou. Do outro lado, El Aynaoui também levou perigo em uma finalização de longa distância defendida por Alisson.
Sem conseguir impor seu ritmo e criar muitas chances de gol, o Brasil terminou a estreia na Copa do Mundo com um empate por 1 a 1 diante de Marrocos e deixou o gramado sob críticas de parte da torcida, especialmente direcionadas à atuação de Raphinha, que ficou longe de desempenhar o mesmo futebol apresentado no Barcelona.





