Famílias beneficiárias do Bolsa Família passaram a receber quantias maiores. Isso ocorreu após uma recomposição de 15,04% aplicada nos repasses mensais a partir de outubro. A iniciativa busca combater a fome e promover a proteção social de quem mais precisa.
Valores mínimos garantidos registram alta expressiva na comparação com o patamar anterior. A média estimada para os pagamentos também avança no mesmo ritmo em todo o país.
Confira como ficam os novos valores do Bolsa família
O repasse mínimo por núcleo familiar sobe de R$ 600 para R$ 691 com a nova tabela. Estimativas indicam que a quantia média paga aos beneficiários passa de R$ 675 para R$ 777.
Regras estabelecidas determinam que esses patamares financeiros continuam vigentes ao longo de 2027, a menos que uma nova alteração seja decidida posteriormente.
O que motivou a mudança
Publicada em edição extra do Diário Oficial da União, a alteração foi oficializada pelo Decreto nº 13.120 em 17/09/2026. O texto corrige as quantias aplicadas considerando o acúmulo do Índice Nacional de Preços ao Consumidor entre março de 2023 e agosto de 2026.
Trata-se da primeira vez que os repasses sofrem correção inflacionária desde a reformulação do formato atual do programa social, ocorrida em 2023.
O papel do programa
Transferências diretas de renda cumprem a função legal de mitigar a fome e reduzir a transmissão intergeracional da pobreza no território nacional. A legislação também estabelece a integração dessas ações com iniciativas nas áreas de saúde, educação e assistência social. A norma passou a vigorar em outubro para os beneficiários cadastrados em todo o país.









