O Palmeiras concretizou a venda do atacante Sorriso para o Al-Fateh. Da Arábia Saudita, enquanto o São Paulo aposta na valorização do zagueiro Osorio. As movimentações demonstram como clubes brasileiros buscam rentabilidade com jovens talentos formados em suas categorias de base.
Sorriso, atleta de 21 anos que estava cedido ao Avaí, teve 70% de seus direitos econômicos vendidos por R$ 35 milhões. O negócio beneficia também o clube catarinense, que obteve a compensação financeira conhecida como taxa vitrine após o jogador marcar três gols em 28 partidas disputadas na temporada de 2026.
O novo ativo do São Paulo
No Tricolor paulista, a ascensão do zagueiro Osorio chama a atenção pela rapidez, somando apenas sete partidas como profissional. O atleta de 19 anos, destaque em títulos da base, possui contrato renovado até 2030.
E multa rescisória fixada em 100 milhões de euros para clubes estrangeiros. O clube paulista manteve 60% dos direitos sobre o jogador, sendo que os demais 40% pertencem ao Desportivo Brasil.
O zagueiro ganhou espaço no time principal após mudanças no sistema defensivo. Isso vai consolidando-se como peça estratégica para o planejamento financeiro e esportivo de futuras negociações da diretoria.
Destaque na formação esportiva
A maturidade demonstrada pelo defensor canhoto gera comparações internas com Beraldo, ex-jogador do São Paulo negociado com o PSG. O crescimento de Osorio teve raízes em Minas Gerais, onde iniciou sua trajetória em um projeto social focado no desenvolvimento esportivo de jovens durante a infância.
O jogador agora aguarda os próximos compromissos da temporada sob o comando de Dorival Júnior no Brasileirão. A permanência do zagueiro no elenco principal depende de seu desempenho técnico, visto que o clube prioriza a valorização de ativos que possam repetir o sucesso financeiro alcançado em negociações anteriores realizadas pela instituição.









