O Chelsea anunciou mudanças em sua estrutura de comando após o grupo Clearlake Capital adquirir a totalidade das ações do clube londrino na última quarta-feira. A operação foi comunicada em nota oficial noturna, alterando o controle da gestão mantida anteriormente por Todd Boehly e Mark Walter.
O Financial Times detalhou que o Clearlake desembolsará 950 milhões de libras (R$ 6,5 bilhões) para assumir os 25,66% de participações detidas pela dupla. Com esse movimento, a avaliação de mercado da equipe de Stamford Bridge alcançou a marca expressiva de 5 bilhões de libras, incluindo débitos.
Mudanças na gestão e bastidores envolvendo Chelsea
A saída de Boehly do cargo de presidente de operações de futebol marca o fim de um relacionamento conturbado com os demais sócios. O empresário, que comprou o time em 2022 por 2,5 bilhões de libras, viu a relação ruir após divergências estratégicas que se intensificaram desde o ano passado.
O filantropo suíço Hansjörg Wyss mantém seus 12,83% de ações, permanecendo como o único sócio minoritário inalterado. O comunicado dos Blues garantiu que não haverá modificações relevantes nas operações diárias ou na estratégia de longo prazo traçada para o futuro da instituição inglesa.
Movimentações no mercado de transferências
Enquanto os londrinos reorganizam seus quadros, o Liverpool avança em negociações com o Bayern pelo ponta Michael Olise, considerada a terceira maior estrela da França, atrás de Mbappé e Dembelé. O atleta francês demonstrou interesse na transferência, que deve ser concretizada na reabertura da janela de negociações no próximo ano, conforme informou o jornalista David Ornstein.
Os clubes discutem modelos de acordo que incluem a possibilidade de troca de atletas acompanhada de uma compensação financeira. A versatilidade do jogador, eleito o melhor da Bundesliga nas últimas duas temporadas, permitiria ao Liverpool variar sua estrutura ofensiva, atuando tanto pelas pontas quanto centralizado.
Para o clube alemão, a perda do craque francês — que teve ótimo desempenho na Copa do Mundo de 2026 — representaria um desafio complexo. O valor de mercado do atleta subiu drasticamente, obrigando os bávaros a buscarem alternativas caso a negociação com o clube inglês seja concluída.









