O Bolsa Família terá novos valores a partir da folha de pagamentos de outubro de 2026, o que altera a forma de calcular quanto cada família poderá receber mensalmente. O benefício mínimo passa a ser de R$ 691, mas o valor final depende da quantidade de integrantes e da composição do núcleo familiar.
A principal mudança está no valor por integrante. O programa passa a considerar R$ 164 para cada pessoa da família. Além desse valor, existem pagamentos adicionais conforme a idade e a situação dos integrantes.
Famílias com crianças de 0 a 6 anos recebem mais R$ 173 por cada criança nessa faixa etária. Já gestantes, nutrizes e integrantes de 7 a 18 anos incompletos podem gerar um adicional de R$ 58 cada.
Para entender a conta, uma família formada por quatro pessoas, sendo dois adultos, uma criança de 5 anos e um adolescente de 15 anos, teria R$ 656 referentes aos quatro integrantes. Com o adicional de R$ 173 pela criança e de R$ 58 pelo adolescente, o pagamento chegaria a R$ 887.
Em outro exemplo, uma família com três integrantes e sem direito aos adicionais teria inicialmente R$ 492, resultado de três parcelas de R$ 164. Como o valor ficaria abaixo do piso de R$ 691, seria aplicado o Benefício Complementar para completar a diferença de R$ 199.
Assim, o cálculo não é igual para todos os beneficiários. O valor recebido depende da composição familiar registrada no Cadastro Único e dos benefícios adicionais aos quais cada integrante tem direito.









