Viajar entre Brasil e China ficou mais simples após a oficialização de um acordo de isenção recíproca de vistos. A medida beneficia cidadãos dos dois países em determinadas modalidades de viagem e busca fortalecer o intercâmbio turístico, comercial e cultural durante o período de vigência.
Entrada sem visto vale para diferentes tipos de viagem
O acordo permite que chineses ingressem no Brasil sem visto para permanência de até 30 dias. A regra contempla viagens de turismo, negócios, trânsito, além de atividades esportivas e artísticas. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União e passou a valer em maio de 2026.
A iniciativa foi formalizada por meio de notas diplomáticas assinadas por representantes dos dois governos. O entendimento permanecerá em vigor até 31 de dezembro de 2026. Após esse período, a continuidade da medida dependerá de novas definições entre os países.
Brasileiros também são beneficiados
A reciprocidade é um dos principais pontos do acordo firmado entre as duas nações. Desde junho de 2025, brasileiros portadores de passaporte comum já podem entrar na China sem necessidade de visto, desde que atendam às condições estabelecidas pelas autoridades locais.
A política busca facilitar o deslocamento de visitantes e ampliar as relações entre os países. Com menos burocracia, turistas e empresários ganham mais praticidade para organizar viagens de curta duração, reduzindo custos e etapas normalmente exigidas para a emissão do documento.

Aproximação reforça cooperação internacional
O entendimento foi anunciado inicialmente durante conversa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente chinês, Xi Jinping. Posteriormente, o acordo foi oficializado pelos canais diplomáticos dos dois governos, consolidando a aplicação do princípio da reciprocidade.
Além do Brasil, outros países da América do Sul também passaram a integrar a política de facilitação de entrada adotada pela China. A estratégia faz parte de um movimento para ampliar a circulação de pessoas, fortalecer o turismo e incentivar novas oportunidades de cooperação econômica e cultural entre as regiões.









