O valor do auxílio-reclusão, benefício pago a familiares de segurados do INSS que se encontram detidos, será reajustado em 2027. O aumento acompanha a projeção oficial para o salário mínimo, que passará para R$ 1.741,00.
Essa mudança representa um acréscimo de R$ 120,00 mensais em relação ao valor de 2026, impactando diretamente as famílias que dependem dessa assistência.
Como fica o valor do benefício em 2027?
Um salário mínimo é o valor do auxílio-reclusão para prisões ocorridas de novembro de 2019 em diante. Com a projeção do governo federal de R$ 1.741,00 para o mínimo em 2027, esse será o novo montante mensal do benefício.
É importante destacar que o valor total do auxílio é dividido entre todos os dependentes que forem habilitados, não sendo pago individualmente a cada um deles. As famílias precisam atender aos requisitos do INSS para ter direito à assistência.
Quem tem direito ao auxílio-reclusão?
O benefício previdenciário conhecido como auxílio-reclusão é concedido àqueles que dependem de segurados do INSS presos em regime fechado. Além disso, o segurado precisa ter sido classificado como de baixa renda antes de ser preso.
Anualmente, o limite de renda para enquadramento como baixa renda sofre atualização. Em 2027, a projeção é que esse teto suba de R$ 1.980,38 (valor de 2026) para cerca de R$ 2.078,01, permitindo que mais famílias se qualifiquem.
Novas regras e restrições na concessão
As normas para o auxílio-reclusão passaram por modificações recentes. A Lei Antifacção, promulgada em março de 2026, estabelece que o pagamento será vedado se o detento estiver respondendo ou cumprindo pena por crimes relacionados a organizações criminosas.
Essa restrição também se aplica a casos envolvendo milícias e grupos paramilitares, visando coibir o uso do benefício por criminosos de alta periculosidade. O INSS continua responsável por aplicar essas regras rigorosamente.









