A cúpula da CBF avalia a contratação de um ídolo brasileiro para integrar a comissão técnica de Carlo Ancelotti. A busca por um novo auxiliar ocorre após a saída de Davide, filho do treinador, que se transferiu para trabalhar no Lille.
A entidade também estuda a realização de um amistoso de despedida para Neymar após o anúncio da aposentadoria do jogador. O atacante encerrou sua trajetória na Seleção Brasileira com 80 gols marcados, consolidando-se como o maior artilheiro da história da Amarelinha.
O perfil desejado pela entidade: CBF
A intenção é encontrar um profissional que possua um currículo vencedor e profundo conhecimento sobre os jogadores brasileiros. O planejamento visa preparar um sucessor para o comando da Seleção após o término do vínculo de Ancelotti em 2030.
Muitos membros da CBF acreditam que um ex-atleta com relevância nacional serviria de escudo ao treinador italiano. O técnico centralizou as decisões e enfrentou críticas por desconhecer a fundo jovens atletas que migraram para clubes na Europa recentemente.
Possíveis nomes e o cenário atual
Kaká e Leonardo aparecem como os nomes mais comentados nos bastidores para ocupar a vaga disponível. A relação de Kaká com o técnico é antiga e marcada por elogios mútuos. Enquanto a proximidade com Leonardo apresenta desgastes de trabalhos anteriores.
A definição sobre o novo membro da comissão técnica deve ocorrer nos próximos dias com o retorno de Ancelotti ao trabalho. A escolha final será do treinador, mas a pressão interna por um nome que entenda a cultura local cresceu consideravelmente.
Os planos para o camisa 10
Neymar confirmou o fim de sua passagem pela Seleção na última terça-feira, após a vitória do Santos. Embora a possibilidade de um jogo festivo seja alta, o cronograma ainda está em fase inicial de planejamento interno.
Novas reuniões entre a diretoria da CBF e o estafe do jogador ocorrerão para traçar estratégias viáveis. O craque participou de quatro Copas do Mundo, conquistou o ouro olímpico em 2016 e venceu a Copa das Confederações em 2013.
O planejamento para a homenagem definitiva ao maior artilheiro da história da Seleção depende de próximos encontros entre os dirigentes. A gestão da equipe nacional trabalha para que o atleta vista a camisa da Amarelinha em campo pela última vez.









