Os valores rescisórios ligados à permanência do comando técnico no Grêmio geraram grande repercussão. A multa gerou enorme debate após a derrota recente no campeonato. A torcida do Tricolor passou a debater os custos financeiros de uma possível troca no comando da equipe gaúcha.
Diferente do que ocorre em grande parte do futebol brasileiro, o vínculo atual do treinador não possui exigências financeiras milionárias para rescisão antecipada. A diretoria e o profissional optam por manter acordos sem penalidades pesadas em caso de encerramento do trabalho.
Entenda como funciona a multa por quebra de contrato
A prática adotada pelo comandante em seus acordos recentes dispensa cláusulas de compensação financeira elevada em caso de demissão antecipada. O clube gaúcho compromete-se apenas com a quitação do aviso prévio regulamentar, equivalente a um mês extra de vencimentos.
Os ganhos mensais do técnico no clube de Porto Alegre são estimados em cerca de R$ 2 milhões. O contrato também prevê bonificações por desempenho, como metas específicas para afastar o risco de queda na tabela.
O verdadeiro motivo da polêmica
Os boatos sobre valores exorbitantes surgiram na internet logo após o revés por 4 a 2 sofrido diante do Cruzeiro. O mal-entendido envolveu uma declaração sobre uma punição severa aplicada internamente ao zagueiro Walter Kannemann após sua expulsão em campo.
A quantia citada pelo comandante dizia respeito exclusivamente à multa aplicada ao defensor argentino pelo cartão vermelho infantil recebido na partida. O clube segue com o planejamento mantido para a sequência da temporada no futebol nacional.









