A Seleção da Itália vive um momento de crise e não é de hoje. Afinal, a Azzurra não disputou a Copa do Mundo nas últimas três edições (2018, 2022 e 2026). Para tentar retomar o protagonismo do futebol mundial, os italianos escolheram um brasileiro para comandar.
A Federação Italiana de Futebol (FIGC) oficializou uma mudança importante na estrutura da seleção nacional. O ex-zagueiro Paolo Maldini, ídolo do Milan e da Azzurra, foi anunciado como novo diretor de seleções da entidade.
Ao seu lado estará o brasileiro Leonardo, campeão mundial com a Seleção Brasileira em 1994, que atuará como consultor no projeto de reconstrução do futebol italiano.
A dupla terá como primeira missão definir o novo treinador da seleção italiana. O cargo está vago desde a saída de Gennaro Gattuso, que deixou o comando da equipe em abril após o fracasso nas Eliminatórias da Copa do Mundo e, posteriormente, assumiu a Lazio, em junho.
O presidente da FIGC, Giovanni Malagò, afirmou que Maldini era sua principal escolha para liderar o setor técnico da federação, responsável tanto pela equipe principal quanto pelas categorias de base.
Segundo o dirigente, após semanas de conversas sobre o projeto, o ex-zagueiro sugeriu a participação de Leonardo devido à dimensão do trabalho, proposta que foi prontamente aceita pela entidade.
Importância do brasileiro foi destacada para o projeto italiano
Malagò também destacou a importância do brasileiro no novo ciclo da seleção, que terá duração de quatro anos e mira a disputa da Eurocopa e da Copa do Mundo de 2030. A expectativa é de que a experiência administrativa da dupla seja fundamental para recolocar a Itália entre as principais potências do futebol mundial.
Paolo Maldini acumula experiência como dirigente após comandar o departamento de futebol do Milan entre 2018 e 2023. Já Leonardo construiu uma carreira de destaque nos bastidores do futebol europeu, com passagens por Milan, Inter de Milão, Antalyaspor e Paris Saint-Germain.
No clube francês, participou de negociações marcantes, como a contratação de Lionel Messi e a renovação milionária de Kylian Mbappé.









