O Santos confirmou a venda do lateral-direito JP Chermont ao Sharjah FC, dos Emirados Árabes, por 3,5 milhões de dólares, aproximadamente 18,1 milhões de reais. O jogador, que estava emprestado ao Coritiba, encerrou seu vínculo atual para seguir ao novo clube no exterior.
A diretoria alvinegra buscou uma solução rápida para o atleta devido à falta de espaço no elenco profissional. Chermont, nascido em 2005 e revelado nas categorias de base santistas, possui um histórico de convocações para seleções brasileiras e conquistou títulos importantes pela base do time Paulista.
Bastidores das movimentações no mercado envolvendo Santos
O clube da Vila Belmiro rejeitou anteriormente propostas de times como København e Ajax. Além de ter negado uma oferta do Chelsea no ano passado, quando os ingleses ofereceram 6 milhões de euros.
A equipe holandesa tentou tanto empréstimo com opção de compra quanto a aquisição definitiva pelo mesmo valor. Diferente da saída definitiva observada na Vila Belmiro, o Athletico trabalha para manter o atacante Kevin Viveros sob contrato até julho de 2028.
O colombiano, maior investimento da história do Furacão com 27,5 milhões de reais, despertou interesses concretos de clubes como Aston Villa e Sunderland durante a última janela.
Estratégia para valorização de atletas
O clube paranaense projeta uma venda recorde no futuro, estimando alcançar 34 milhões de libras. O jogador está avaliado em 10 milhões de euros, mas o Athletico. Já recusou ofertas superiores a 18 milhões de euros, preparando o terreno para uma negociação expressiva durante a temporada de 2027.
A renovação de Viveros, que deve resultar no maior salário do elenco rubro-negro, visa aumentar a multa rescisória e proteger os interesses financeiros do Furacão. O time busca repetir o sucesso financeiro de vendas como as de Bruno Guimarães, Bento e Renan Lodi, garantindo fôlego nas próximas janelas de transferências.
Enquanto o Santos encerra a trajetória de Chermont com o pagamento da taxa de vitrine ao Coritiba, o Athletico consolida sua posição. As duas negociações refletem estratégias distintas de gestão entre clubes brasileiros que buscam viabilidade financeira diante do assédio constante de mercados como a Rússia e a Arábia Saudita.









