Gianni Infantino voltou ao centro das atenções após informações de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, gostaria de vê-lo disputando o cargo de secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU). A possibilidade foi divulgada pelo jornal New York Post. Até o momento, o dirigente da Fifa não confirmou interesse na função.
Caso a candidatura se concretizasse e fosse bem-sucedida, Infantino deixaria um dos cargos mais bem remunerados do esporte mundial. Isso porque a remuneração do secretário-geral da ONU é bastante inferior à recebida atualmente pelo presidente da Fifa. A diferença chamou atenção nos bastidores internacionais.
Cargo na ONU tem salário muito menor
Atualmente, Gianni Infantino recebe aproximadamente US$ 6 milhões por ano no comando da Fifa. Já o secretário-geral da ONU tem remuneração anual estimada em cerca de US$ 418 mil. Dessa forma, uma eventual mudança representaria uma redução expressiva em seus vencimentos.
Apesar das especulações, não há qualquer confirmação de que o dirigente pretenda deixar a entidade máxima do futebol. Pelo contrário, Infantino já manifestou interesse em disputar um novo mandato na presidência da Fifa. A eleição da entidade está prevista para acontecer no próximo ano.
Para ocupar o principal cargo administrativo da ONU, o processo de escolha envolve diferentes etapas. O candidato precisa ser recomendado pelo Conselho de Segurança da organização. Depois disso, o nome ainda depende da aprovação da Assembleia Geral, formada pelos 193 Estados-membros.

Relação com Trump alimenta especulações
Segundo informações divulgadas pela imprensa norte-americana, Donald Trump acredita que Infantino possui capacidade de articulação internacional. A relação entre ambos ganhou força durante eventos promovidos pela Fifa nos Estados Unidos. Entre eles estão o Mundial de Clubes e os preparativos para a Copa do Mundo de 2026.
Outros nomes também aparecem entre os possíveis candidatos à sucessão de António Guterres, cujo mandato termina em dezembro. Entre eles estão a ex-presidente do Chile, Michelle Bachelet, e o diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica, Rafael Grossi.









