Roger Federer deixou o grupo de atletas com patrimônio de dez dígitos após forte desvalorização nas ações da On Holding. O recuo no valor de mercado da fabricante suíça de artigos esportivos afetou diretamente a fortuna do ex-tenista, que é acionista da companhia. A perda de capital calculada pela Forbes superou os 52 milhões de dólares (R$ 270,7 milhões) em apenas 24 horas.
Isso acabou reduzindo o patrimônio acumulado para 952,4 milhões de dólares. Esse movimento financeiro reflete a oscilação rápida nas bolsas, onde até investidores com participações sólidas ficam expostos à volatilidade dos negócios.
Desempenho da marca esportiva: bilionários
Os balanços financeiros da empresa indicaram vendas líquidas de 850,4 milhões de francos suíços, um avanço de 13% em comparação anual. Contudo, o mercado financeiro esperava números mais robustos, o que motivou a correção nos valores das ações e a saída do suíço da lista.
Apesar da frustração de analistas, a organização obteve lucro líquido de 105 milhões de francos suíços no trimestre. O montante representa uma mudança drástica frente ao prejuízo de 40,9 milhões apurado no mesmo período do ano anterior, sinalizando eficiência operacional crescente.
Futebol ganha destaque entre magnatas
Lionel Messi agora integra o seleto conjunto de atletas bilionários, com fortuna avaliada em 1,1 bilhão segundo registros da publicação especializada. O craque argentino atingiu essa marca ainda em atividade, demonstrando o imenso poder financeiro gerado pelo futebol mundial no cenário contemporâneo.
No ranking global de ganhos anuais, o atacante do Inter Miami ocupa a terceira posição com faturamento de 140 unidades por ano. Ele combina salários do time norte-americano com contratos comerciais robustos.
Isso termina provando que a longevidade no esporte de alto rendimento atrai investimentos constantes de grandes marcas globais. Cristiano Ronaldo segue como o líder absoluto no faturamento anual entre os atletas profissionais pela quarta vez.
O português somou aproximadamente 300 unidades nos últimos 12 meses, impulsionado pelo vínculo com o Al-Nassr. E acordos publicitários, superando os rivais em termos de receita acumulada no período recente.









