Entre os mais diversos auxílios presentes no Brasil, um que chama bastante atenção envolvendo o INSS é o auxílio-doença. Falando exatamente sobre esse tema, fica um questão muito importante na mente dos brasileiros: quais as doenças mais comuns que geram esse tipo de assistência?
O Brasil registrou aproximadamente 4 milhões de afastamentos do trabalho por motivos de saúde em 2025, o maior número dos últimos cinco anos.
Os dados, obtidos junto ao Ministério da Previdência Social, mostram o crescimento dos pedidos de benefício por incapacidade temporária, antigo auxílio-doença, concedido pelo INSS a trabalhadores que precisam ficar afastados por mais de 15 dias.

Doenças envolvendo à coluna estão entre os principais responsáveis
As doenças relacionadas à coluna continuaram como as principais responsáveis pelas licenças médicas. A dorsalgia, conhecida popularmente como dor nas costas, liderou o ranking em 2025, com 237.113 benefícios concedidos.
O problema permanece no topo da lista desde 2023. Em seguida aparecem os transtornos dos discos intervertebrais, como a hérnia de disco, que provocaram 208.727 afastamentos.
Apesar da predominância das doenças físicas, os transtornos emocionais ganharam destaque e passaram a representar uma parcela cada vez maior dos afastamentos.
Casos de ansiedade e depressão cresceram em relação ao ano anterior e, juntos, já aparecem como o segundo maior motivo de licenças médicas no país, ficando atrás apenas dos problemas relacionados à coluna.
Quando ocorre esse tipo de afastamento?
O afastamento pelo INSS ocorre quando o trabalhador fica temporariamente incapaz de exercer suas funções. Nos primeiros 15 dias de licença, o pagamento é feito pela empresa.
A partir do 16º dia, após avaliação e aprovação em perícia médica, o segurado passa a receber o benefício por incapacidade temporária pago pelo Instituto Nacional do Seguro Social.
Para solicitar o benefício, é necessário apresentar documentos médicos que comprovem a condição de saúde, como laudos, exames e atestados.
O direito é garantido aos segurados do INSS, incluindo trabalhadores com carteira assinada, contribuintes individuais, autônomos e segurados facultativos, desde que cumpram os requisitos previstos.









