Muitos beneficiários do Bolsa Família têm dúvidas sobre a possibilidade de pedir ajuda a um familiar para sacar o dinheiro do programa. A situação pode ocorrer por doença, dificuldade de locomoção ou outros imprevistos. No entanto, algumas regras precisam ser observadas para evitar transtornos.
O benefício é vinculado ao Responsável Familiar registrado no Cadastro Único. Por isso, a movimentação dos valores deve ocorrer de forma cuidadosa e sempre dentro das normas estabelecidas. O descumprimento dessas regras pode gerar bloqueios e até consequências legais em casos de fraude.
Quando outra pessoa pode ajudar
Nos saques presenciais realizados em agências da Caixa Econômica Federal ou em casas lotéricas, normalmente é exigida a apresentação de documento oficial do titular. Caso um terceiro tente retirar o benefício sem cumprir as exigências legais, a operação poderá ser recusada pelo atendente.
Já para quem utiliza o aplicativo Caixa Tem, o acesso depende da senha cadastrada pelo próprio beneficiário. Se o titular compartilhar essas informações com um familiar, estará autorizando a movimentação da conta. Ainda assim, toda a responsabilidade pelas transações continuará sendo do beneficiário.

Fraudes podem trazer consequências
O problema não está, necessariamente, em um parente auxiliar na movimentação do benefício. O maior risco aparece quando há utilização indevida dos dados do titular ou apresentação de informações falsas para obter recursos públicos. Nessas situações, podem ser aplicadas penalidades previstas na legislação.
Além disso, compartilhar senhas aumenta a possibilidade de uso indevido da conta. Se ocorrer qualquer irregularidade envolvendo o benefício, a responsabilidade poderá recair sobre o titular cadastrado. Por esse motivo, especialistas recomendam bastante cautela ao fornecer dados de acesso.









