A China pode estar desenvolvendo armas a Laser de alta energia para seus caças de próxima geração, a fim de se defender contra mísseis inimigos. Essa possibilidade ganhou força depois que um instituto de aviação estatal exibiu um sistema de rastreamento. E mira ela específico para caças em uma exposição de defesa em Pequim, conforme informou o Timesofindia.
O Institute for Aircraft Industry, parte da Aviation Industry Corporation of China (AVIC) Beijing Precision Engineering, mostrou detalhes de um “sistema de rastreamento e mira de arma essa substância para aeronaves de caça” na 14ª China International Defence Electronics Exhibition, que ocorreu entre 15 e 17 de setembro.
Detalhes do novo sistema de Laser
Postagens em redes sociais da exposição indicaram que o sistema pesa menos de 380 kg, embora diversas especificações cruciais de desempenho estivessem obscurecidas. A potência de transmissão foi listada como “00kW”, sugerindo um nível de potência de pelo menos 100kW, caso o caractere oculto represente um único dígito.
Sua precisão de rastreamento dinâmico foi exibida como “μrad (RMS)”, com o valor exato censurado. O material promocional combinou o sistema de rastreamento com a imagem de uma grande aeronave sem cauda, que o pesquisador de aviação militar chinês Andreas Rupprecht identificou como o J-36.
O jato j-36 e sua capacidade
O J-36 é a designação não oficial para uma aeronave de três motores, vista pela primeira vez voando sobre Chengdu em dezembro de 2024. Acredita-se amplamente que seja um caça de sexta geração em desenvolvimento pela Chengdu Aircraft Corporation, também parte da estatal AVIC.
Rupprecht afirmou que a exibição da AVIC representa o mais forte indicativo público até agora de que a China está desenvolvendo um sistema disso aéreo. Mark Cazalet, editor-chefe da organização internacional de notícias de defesa Warsight, também disse que a ilustração parecia retratar o J-36.
Potencial do Laser em combate
Cazalet acredita que a aeronave “provavelmente tem espaço, peso e potência suficientes” para acomodar um essa questão de alta energia. Segundo ele, lasers são mais fáceis de implementar em aeronaves maiores do que em menores.
Já que plataformas maiores tendem a ter mais espaço, peso e potência disponíveis para esses sistemas. Lasers aéreos poderiam oferecer uma camada adicional de proteção contra mísseis.
Cazalet explicou que o alcance limitado os tornaria mais adequados para atacar mísseis que se aproximam ou para danificar. E ofuscar seus sensores, em vez de serem usados em combate ar-ar convencional.
Eles poderiam queimar alvos físicos em distâncias relativamente curtas, tipicamente de alguns quilômetros, enquanto sensores ópticos poderiam ser danificados ou ofuscados a distâncias maiores.
Desafios e incertezas
Mark Cazalet considerou o desenvolvimento de sistemas chineses capazes de combater mísseis de longo alcance “nada surpreendente”, dado o empenho dos EUA em desenvolver ou implantar armas como o AIM-174B, AIM-260 e AIM-424. Contudo, ele ponderou que ainda existem dúvidas sobre o desempenho desses sistemas ela em condições operacionais.
Uma grande incerteza é o que está incluído no peso anunciado de 380 kg. Cazalet disse que o valor provavelmente abrange componentes como o diretor de feixe, a fonte dele e o sistema de resfriamento. No entanto, a exibição não esclareceu se a medida se aplica apenas ao sistema de rastreamento e mira ou a uma arma a Laser completa.









