Lionel Messi anunciou oficialmente sua aposentadoria da seleção Argentina através de uma publicação em sua conta na rede social Instagram. O pedido popular para aposentar o número 10, em homenagem à trajetória do craque, ganhou força imediata entre os torcedores locais.
Essa solicitação reflete o sentimento de gratidão dos fãs, que desejam que a vestimenta histórica não seja mais utilizada pelo selecionado nacional. A intenção da Associação de Futebol Argentina, presidida por Claudio Tapia. Também caminhava originalmente para esse desfecho após o encerramento do ciclo internacional do capitão.
O entrave regulatório da entidade máxima: Messi
Apesar da vontade nacional, o jornal Marca revelou que a retirada definitiva da numeração é proibida pelos regulamentos da organização que rege o esporte mundial.
As competições oficiais, como a Copa do Mundo, exigem obrigatoriamente que as equipes utilizem numeração de 1 a 26 em todos os jogos. O conflito surge porque a normativa da entidade veda a omissão de qualquer algarismo dentro desse intervalo determinado para os torneios. Portanto, o desejo argentino colide frontalmente com as exigências técnicas impostas para a organização dos elencos internacionais.
O precedente histórico envolvendo Maradona
O cenário atual traz à tona a lembrança de uma tentativa anterior de homenagear Diego Maradona após o fim de sua carreira profissional. Em 2001, a federação votou pela retirada da camisa em honra ao ídolo.
Com o objetivo de implementar a medida antes do mundial do ano seguinte. Naquela oportunidade, a iniciativa também acabou barrada pela organização internacional. Isso termina resultando na utilização do número pelo atleta que ocupava a posição durante a competição.
Embora a regra seja rígida em torneios, a federação. Ainda possui autonomia para suspender o uso do dígito em amistosos previstos para setembro e outubro deste ano. O momento serve para celebrar a carreira de um dos maiores nomes da modalidade em gramados internacionais. A expectativa agora recai sobre os próximos jogos. Onde o número 10 deve permanecer vago como forma de respeito ao legado construído ao longo dos anos.









