A chegada de Carlo Ancelotti à Seleção Brasileira não representa apenas uma mudança técnica em busca do hexacampeonato na Copa do Mundo de 2026. O acordo firmado com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) também coloca o treinador italiano entre os profissionais mais bem remunerados do futebol mundial.
Para comandar o Brasil, Ancelotti recebe 10 milhões de euros por ano (cerca de R$ 63,2 milhões na cotação atual). Na prática, o salário mensal do treinador gira em torno de R$ 5,3 milhões, cifra semelhante à que recebia durante sua passagem pelo Real Madrid, da Espanha. Além disso, o contrato prevê um bônus de 5 milhões de euros (R$ 31,6 milhões) caso a Seleção conquiste a Copa do Mundo.

Os números reforçam o esforço financeiro feito pela CBF para contar com um dos técnicos mais vitoriosos da história do futebol. O acerto é parecido com o que já havia sido negociado entre as partes em 2023, quando a contratação acabou não se concretizando. Fora das quatro linhas, Ancelotti também possui enorme valor comercial.
Ancelotti tem salário de astro na Seleção Brasileira
Segundo especialistas em marketing esportivo, a imagem do treinador desperta interesse de grandes marcas nacionais e internacionais. Campanhas publicitárias associadas ao técnico já acumularam dezenas de milhões de visualizações, ampliando ainda mais seu alcance global e sua capacidade de gerar receitas para patrocinadores. O prestígio do comandante também se reflete nos cachês publicitários.
Enquanto treinadores brasileiros de destaque costumavam fechar contratos milionários para ações comerciais, Ancelotti atua em outro patamar. O italiano já participou de campanhas avaliadas em cerca de R$ 10 milhões, valor muito superior ao praticado no mercado nacional, muito graças ao currículo que inclui múltiplos títulos da Liga dos Campeões e passagens pelos maiores clubes do mundo.





