Trabalhar como motorista de aplicativo pode representar uma fonte de renda em 2026, mas o valor recebido não é igual para todos. A remuneração depende da cidade, das horas trabalhadas, da demanda e dos gastos com o veículo.
A Uber não estabelece um salário mensal fixo para os parceiros. Os ganhos consideram fatores como tempo, distância, valor das viagens, tarifas dinâmicas e eventuais promoções. Por isso, o resultado final pode mudar bastante entre motoristas.
São Paulo e Rio têm maiores projeções
Em São Paulo, um motorista que trabalha em período integral pode alcançar entre R$ 4 mil e R$ 5 mil líquidos por mês. Horários de maior movimento podem favorecer o faturamento, principalmente quando há aumento temporário nos preços das corridas.
No Rio de Janeiro, a estimativa fica entre R$ 3.800 e R$ 5.500 líquidos mensais para quem mantém uma jornada integral. A diferença entre os valores está ligada principalmente à quantidade de horas conectadas, aos períodos escolhidos e às despesas necessárias para manter o carro em operação.
A capital fluminense, portanto, apresenta uma das maiores faixas de renda entre as cidades analisadas. Ainda assim, o teto estimado não representa um pagamento garantido pela plataforma. Cada motorista precisa considerar seu próprio volume de corridas e seus custos.

Quanto é possível ganhar em outras capitais
Em Belo Horizonte, uma referência aponta lucro médio de R$ 3.554,58 por mês em uma jornada de aproximadamente 54 horas semanais. O levantamento considera um motorista utilizando carro alugado e já desconta os custos relacionados à atividade.
Para 2026, uma projeção razoável para a capital mineira fica entre R$ 3.500 e R$ 4.800 líquidos. Quem utiliza veículo próprio precisa incluir despesas como manutenção, seguro, depreciação e impostos na conta.
Já Porto Alegre apresentou, em uma referência de 2025, faturamento mensal de R$ 6.428,57 e despesas de R$ 4.224,69. O resultado foi um ganho líquido de R$ 2.203,88, considerando uma jornada de 55 horas semanais.









