O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que uma visita do diretor da CIA, John Ratcliffe, a Moscou pode contribuir para avanços nas negociações sobre a guerra na Ucrânia. Segundo Trump, os americanos seguem trabalhando para encontrar uma saída para o conflito.
A declaração ocorreu após Ratcliffe se reunir com autoridades da inteligência russa na terça-feira (26). O encontro chamou atenção por ocorrer em meio aos esforços diplomáticos para reduzir as hostilidades. O Kremlin informou, porém, que o diretor da CIA não se encontrou com Vladimir Putin.
Trump afirma que busca encerrar o conflito
Trump declarou que os Estados Unidos desejam ver o fim da guerra na Ucrânia. Para o presidente americano, contatos entre representantes dos dois países podem ajudar a criar condições para novas conversas. A visita de Ratcliffe aparece nesse contexto de aproximação entre Washington e Moscou.
Apesar da movimentação diplomática, não houve indicação de um acordo imediato para interromper os combates. A guerra continua ativa e novos ataques foram registrados em território ucraniano. O cenário demonstra a distância entre as negociações e uma possível solução definitiva.

Kiev volta a ser alvo de ataques
Nas primeiras horas da quarta-feira (27), forças russas lançaram drones e mísseis contra Kiev. Explosões foram registradas na capital ucraniana durante a madrugada. O ataque ocorreu enquanto autoridades americanas discutiam possíveis caminhos para encerrar o conflito.
Outras regiões também registraram impactos e pessoas ficaram feridas. Em Kryvyi Rih, mísseis atingiram uma instalação industrial e deixaram duas pessoas feridas. Em Zaporizhzhia, outras três pessoas ficaram feridas durante os ataques.
A ofensiva reforça a complexidade do cenário enfrentado pelos esforços diplomáticos. Ao mesmo tempo em que representantes dos Estados Unidos e da Rússia mantêm contatos, as operações militares continuam ocorrendo. A combinação entre negociações e ataques mantém incerta a possibilidade de uma trégua.









