O futuro de Gabigol segue sendo um dos temas centrais nos bastidores do futebol brasileiro para a temporada de 2027. O Cruzeiro definiu que não aceitará um novo empréstimo do atacante para o Santos, exigindo uma venda definitiva para liberar o atleta.
Atualmente cedido ao clube paulista até dezembro, o jogador possui um vínculo com a equipe mineira que se estende até o final de 2028. Caso não ocorra uma negociação satisfatória, o centroavante deverá se reapresentar em Minas Gerais para cumprir o contrato vigente.
Novas diretrizes da diretoria celeste em torno de Cruzeiro
A postura adotada pelo empresário Pedrinho, responsável pela SAF do clube mineiro, é de rigidez quanto ao planejamento financeiro. Segundo informações divulgadas pelo jornalista Samuel Venâncio, do portal Central da Toca, a organização não pretende continuar pagando parte dos vencimentos de atletas que não fazem parte dos planos imediatos.
A determinação estabelecida pela gestão descarta qualquer possibilidade de ceder o jogador sob as condições atuais de divisão de custos. A cúpula celeste reforçou que tal diretriz deve ser aplicada a todo o plantel, visando maior controle sobre os gastos anuais da instituição.
O cenário para a permanência
Embora o desejo de manter o camisa 9 possa existir no time, nenhuma proposta oficial chegou à mesa dos dirigentes mineiros. O salário mensal de R$ 3 milhões por mês é um fator que pesa decisivamente na condução das conversas entre as agremiações.
Para que o atleta siga no clube até o ano de 2027. A diretoria cruzeirense impôs uma alternativa clara: os paulistas precisam assumir a totalidade dos vencimentos ou realizar a compra definitiva do passe.
O modelo de cessão temporária com auxílio no pagamento de salários, prática comum no mercado da bola para viabilizar transferências, não será mais aceito pelo Cruzeiro neste caso específico.









