Conhecida como a “Dubai brasileira”, Balneário Camboriú reúne em 150 mil habitantes os indicadores de uma metrópole desenvolvida. Com IDH de 0,845, o município catarinense ocupa a 4ª posição no ranking nacional de desenvolvimento humano, empatado com Vitória (ES) e atrás apenas de São Caetano do Sul, Águas de São Pedro e Florianópolis. O metro quadrado da cidade é o segundo mais caro do Brasil, cotado a R$ 15.369 em setembro de 2026, segundo o Índice FipeZAP.
A verticalização começou nos anos 2000 e transformou a Praia Central em referência mundial. O One Tower, concluído em 2022, é o prédio residencial mais alto do país com 290 metros e 84 andares, com apartamentos negociados por até R$ 20 milhões. A cidade abriga 8 dos 10 edifícios mais altos do Brasil, atraindo investidores e turistas em busca de luxo e exclusividade.
Turismo, história e infraestrutura
A vocação turística de Balneário Camboriú começou em 1928, com a inauguração do Strand Hotel, primeiro empreendimento hoteleiro da região. A emancipação veio em 8 de abril de 1964, pela Lei Estadual nº 960, que desmembrou o distrito de Praia do Camboriú e criou o município. Desde então, a cidade se consolidou como Capital Catarinense do Turismo, recebendo mais de 2 milhões de visitantes por temporada.
O Réveillon da cidade reúne cerca de 1 milhão de pessoas, o maior do Sul brasileiro. A faixa de areia da Praia Central foi alargada de 25 para 70 metros em projeto que visou devolver espaço aos banhistas e reduzir o impacto das sombras dos arranha-céus. O mercado imobiliário é concentrado em imóveis de grande porte: 88% da oferta tem área média de 197 m², com preço médio de R$ 27.079 por metro quadrado para unidades acima de 125 m².









