Foi lançada oficialmente a Rota dos Primatas de Mato Grosso, iniciativa que une ciência, educação e Turismo para promover a Conservação da biodiversidade local. O projeto utiliza diferentes espécies de macacos como protagonistas para estimular a Preservação de ambientes que sofrem com o desmatamento.
O roteiro abrange quatro municípios estratégicos do Estado: Alta Floresta, Sinop, Cláudia e São José do Rio Claro. A proposta central é transformar territórios de relevância ambiental em destinos de referência, gerando renda para as comunidades locais enquanto mantém as florestas preservadas.
O Estado de Mato Grosso abriga 29 tipos de Primatas, sendo que a Rota permite a Observação de pelo menos 15 deles. Mais da metade dessas espécies contempladas no trajeto enfrenta risco de extinção na natureza.
A iniciativa, articulada pelo Instituto Ecótono, busca alternativas econômicas em uma região de imensa diversidade cultural e biológica. Segundo o levantamento, o Turismo de Observação transforma a experiência do visitante em um ato direto de proteção aos habitats desses animais.
Estrutura e locais contemplados
O trajeto integra Áreas localizadas em biomas como Amazônia, Cerrado e Pantanal. A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso e a Universidade Federal de Mato Grosso participam do esforço para consolidar esses destinos para visitantes que buscam atividades responsáveis e educativas.
Entre os pontos de parada já definidos no roteiro, destaca-se o Cristalino Lodge, situado em Alta Floresta. O projeto reforça a importância de entender o papel ecológico único que cada primata desempenha, evitando que sejam vistos apenas como seres genéricos na natureza.
A valorização dos Primatas pela Rota visa conscientizar sobre a vulnerabilidade enfrentada por bichos como o cuxiú-de-nariz-vermelho e o sagui-de-schneider. A experiência de Observação direta em locais como o Cristalino Lodge conecta o público à necessidade urgente de preservar a rica biodiversidade Mato-grossense.









