O valor do Bolsa Família pago em outubro não será necessariamente igual para todas as famílias. Embora o Governo Federal tenha estabelecido um novo piso de R$ 691, a quantia depositada pode ser maior de acordo com a composição do grupo familiar e os benefícios adicionais previstos pelo programa.
A partir da folha de outubro, o Benefício de Renda de Cidadania passa de R$ 142 para R$ 164 por integrante da família. O cálculo considera todas as pessoas que fazem parte do núcleo familiar e estão registradas no Cadastro Único.
Além desse valor, existem adicionais destinados a determinados integrantes. O Benefício Primeira Infância passa de R$ 150 para R$ 173 por criança de até 6 anos. Já o adicional para gestantes, nutrizes e crianças ou adolescentes de 7 a 18 anos incompletos sobe de R$ 50 para R$ 58 por integrante que se enquadre nas condições.
Por isso, duas famílias que recebem o Bolsa Família podem ter pagamentos diferentes em outubro, mesmo que ambas estejam dentro das regras do programa. A quantidade de integrantes e a presença de crianças, adolescentes ou gestantes influenciam diretamente no cálculo.
Uma família com crianças pequenas, por exemplo, poderá receber valores superiores ao piso de R$ 691 por causa dos adicionais. Dependendo da composição, o pagamento mensal pode ultrapassar R$ 1.000.
O novo valor também não significa que todos os beneficiários receberão automaticamente R$ 691. Esse montante funciona como referência mínima, enquanto o cálculo final depende das características de cada família.
O reajuste será aplicado na folha de outubro, sem necessidade de um novo pedido específico para quem já recebe o benefício e continua atendendo aos critérios. Por isso, os beneficiários podem consultar o valor que será disponibilizado nos canais oficiais antes da data de pagamento.
A mudança faz com que o benefício de outubro tenha valores diferentes entre os lares, justamente porque o Bolsa Família considera a composição familiar para definir quanto cada grupo poderá receber.









