Aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que recebem o piso previdenciário de R$ 1.621 podem chegar a R$ 2.026,25 por mês caso tenham direito ao adicional de 25% previsto na legislação. O valor extra é destinado a um grupo específico de segurados e pode elevar a renda mensal de quem precisa da ajuda permanente de outra pessoa para realizar atividades do dia a dia.
O adicional é concedido a quem recebe aposentadoria por incapacidade permanente, anteriormente chamada de aposentadoria por invalidez, e comprova a necessidade de assistência contínua. A regra não vale automaticamente para todos os aposentados por idade ou por tempo de contribuição, mesmo que tenham alguma doença ou dificuldade de locomoção.
O cálculo considera o valor da aposentadoria. Para quem recebe R$ 1.621, o acréscimo de 25% corresponde a R$ 405,25, elevando o benefício mensal para R$ 2.026,25. O direito também pode ser reconhecido para quem recebe aposentadoria acima do salário mínimo, inclusive quando o acréscimo ultrapassa o teto previdenciário.
Como solicitar o adicional de 25% do INSS
O pedido pode ser feito pela internet, por meio do Meu INSS. Depois de entrar com CPF e senha, o segurado deve procurar a opção de solicitação do acréscimo de 25% e acompanhar o andamento do requerimento.
Durante a análise, o INSS pode solicitar documentos médicos e convocar o beneficiário para uma perícia que avalie a necessidade de assistência permanente. A concessão depende da comprovação dos requisitos e da aprovação do pedido, portanto o adicional não é liberado automaticamente em novembro para todos os segurados.
A legislação também estabelece que o acréscimo pode incidir sobre o 13º salário. Entretanto, o direito depende da situação previdenciária do beneficiário e não significa que todos os aposentados receberão um pagamento extra neste mês.









