Um aposentado há cerca de 3 anos descobriu que o valor recebido do INSS estava abaixo do devido após perceber que alguns documentos importantes não haviam sido considerados no cálculo do benefício. Entre as informações que ficaram de fora estavam períodos de trabalho e comprovantes de contribuição que poderiam alterar o resultado final.
Ao revisar seus papéis, o idoso encontrou carteiras de trabalho, contracheques e outros documentos que comprovavam vínculos empregatícios e salários não reconhecidos pelo instituto. Com as provas em mãos, ele procurou o Meu INSS e solicitou uma revisão do benefício, informando o motivo do pedido e anexando a documentação necessária.
A revisão é o caminho previsto para reanalisar um benefício já concedido quando há indício de erro, omissão ou informação nova que possa mudar o cálculo. O pedido pode ser feito pelo site ou pelo aplicativo Meu INSS, com login na conta Gov.br, busca pelo serviço de revisão e envio dos comprovantes digitalizados.
Entre os documentos que podem ser apresentados estão documento de identificação, CPF, número do benefício, carteira de trabalho, extrato do CNIS, carnês de contribuição, contracheques e decisões trabalhistas, conforme a situação de cada segurado. O INSS informa que a análise depende das provas apresentadas e das regras aplicáveis ao caso.
Após a nova avaliação, o benefício do aposentado foi recalculado e ele passou a receber um valor maior todos os meses. O caso mostra que vale a pena conferir o extrato do CNIS e guardar documentos antigos, principalmente quando há vínculos de emprego, contribuições ou salários que possam não ter entrado no cálculo original.
Vale ressaltar que a revisão não garante aumento automático para todos que encontrarem alguma. O resultado depende da documentação e da conclusão do INSS sobre o direito do segurado.









