Quem ganha mais no comando do futebol: o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) ou o da Fifa? Os números mostram uma diferença expressiva. Enquanto o dirigente da entidade máxima do futebol mundial recebeu cerca de R$ 25 milhões referentes ao ano de 2025, o chefe da confederação brasileira tem remuneração anual próxima de R$ 5 milhões, valor cinco vezes menor.
O relatório de transparência divulgado pela Fifa revelou que o presidente Gianni Infantino recebeu uma remuneração bruta de 4,8 milhões de dólares, cerca de R$ 25 milhões na cotação atual, o que dá pouco mais de R$ 2 milhões por mês. O montante é composto por um salário-base de 2,6 milhões de dólares e um bônus de 2,2 milhões de dólares, que varia de acordo com critérios definidos pela entidade.

À frente da Fifa desde 2016, Infantino teve sua remuneração divulgada publicamente pela primeira vez em 2019, quando recebeu cerca de 2,9 milhões de dólares entre salário e bonificações. Desde então, os valores passaram a constar nos relatórios anuais da organização. O dirigente foi reeleito por aclamação em 2023 e tem mandato garantido até 2027.
Presidente da FIFA ganha mais do que Samir Xaud na CBF
No Brasil, o atual presidente da CBF, Samir Xaud, recebe remuneração mensal bruta de R$ 383,6 mil. Considerando o 13º salário, o valor anual chega a aproximadamente R$ 5 milhões. Segundo a entidade, os vencimentos são analisados e aprovados pelo Conselho Fiscal da confederação antes de entrar em vigor.
A comparação evidencia o tamanho da diferença financeira entre as duas instituições. Embora ambas administrem o futebol em seus respectivos níveis, a Fifa movimenta receitas bilionárias provenientes de competições globais, patrocínios e direitos de transmissão. Esse cenário ajuda a explicar por que a remuneração de Gianni Infantino supera com ampla margem a de Samir Xaud.





