Marcas associadas a figuras públicas costumam inflacionar preços, mas a Le Prince adota uma rota divergente ao comercializar rótulos em parceria com Neymar Jr. A meta comercial estabelecida visa alcançar a marca de até um milhão de garrafas nos primeiros doze meses de atividade empresarial.
O ciclo inicial de comercialização encerra-se em junho de 2027, impulsionado por negociações estratégicas na China e pelo volume previsto para o períodom com a estimativa de vender até 1 milhão de garrafas. A receita estimada no horizonte corporativo com esse lote inicial atinge a cifra de R$ 25 milhões.
Como os negócios de neymar impactam a estratégia comercial e os preços praticados
A entrada no mercado ocorreu em 26 de junho, coincidindo com a Copa do Mundo, embora os criadores evitem associar o projeto ao evento esportivo global. A data de estreia gerou inclusive um atraso pontual no cronograma de importação dos produtos.
O valor cobrado pelas garrafas diferencia-se das práticas habituais do setor, conforme explicam os responsáveis pelo negócio. O rótulo inicial custa R$ 59,90 e sai por R$ 49,90 em período promocional, enquanto garrafas especiais alcançam R$ 50 mil.
Curadoria e distribuição internacional
A escolha dos produtos fica sob a responsabilidade exclusiva de Dirceu Vianna Junior, que possui o título de Master of Wine. As decisões sobre safras e vinícolas partem diretamente do especialista, mantendo o padrão técnico dos itens comercializados.
A produção chilena ocorre em parceria com a Terra Austral, enquanto a chegada ao Brasil utiliza tradings em Santa Catarina e um centro de distribuição paulista. As conversas avançadas com o mercado chinês prometem expandir o alcance da marca internacionalmente.
Redes como Angeloni, Koch, Giassi e Condor já comercializam os produtos no Sul, enquanto tratativas com o Atacadão seguem em andamento. Os planos futuros preveem expansão regional, incluindo o Nordeste, sem data definida pelo Ministério da Agricultura.









