Conversas recentes nos bastidores do São Paulo revelam detalhes financeiros. O objetivo é romper o vínculo com o lateral-direito Cédric Soares. Afastado do grupo principal desde junho, o atleta não faz parte dos planos da comissão técnica atual.
Valores que chegam a somar aproximadamente R$ 17 milhões formam o custo total necessário para encerrar o contrato imediatamente. A quantia engloba salários previstos até dezembro de 2027, além de pendências referentes a luvas e direitos de imagem.
São Paulo enfrenta novos empecilhos na negociação por empréstimo
Diretores tentam encontrar equipes interessadas na contratação temporária do atleta, tanto no mercado interno quanto fora do país. No entanto, as tratativas enfrentam barreiras difíceis por causa dos vencimentos mensais recebidos pelo defensor.
Empresas esportivas consultadas sinalizaram que a remuneração é elevada demais para ser assumida integralmente ou mesmo de forma dividida. Atualmente, o atleta de 35 anos realiza suas atividades separadamente do restante do plantel tricolor.
Impacto na equipe e busca por soluções
A situação atual do atleta altera o planejamento interno do clube para a sequência da temporada. O grupo principal segue focado nas competições em disputa, enquanto a diretoria busca resolver essa pendência financeira o mais rápido possível.
Novas conversas devem acontecer nos próximos dias para definir o futuro do lateral no futebol brasileiro. A comissão técnica aguarda um desfecho para manter o foco total apenas nos jogadores disponíveis para os confrontos.
Histórico da contratação em Cotia
Chegada ao clube ocorreu em janeiro de 2025, durante a gestão do ex-presidente Julio Casares, após o profissional ficar livre no mercado sem atuar desde março do ano anterior. O início da passagem aconteceu após pedido de representantes, com período inicial de testes de três meses e metas de produtividade.
Aprovado internamente após avaliação rápida, o lateral obteve a extensão contratual até o fim de 2027 e passou a receber vencimentos superiores a meio milhão por mês. Hoje, a permanência isolada transforma o caso em um dos maiores pesos financeiros para a diretoria do São Paulo.









