O Flamengo recusou uma oferta de R$ 140 milhões (25 milhões de euros) da Roma pelo atacante Samuel Lino durante a última janela de transferências. A diretoria Rubro-Negra decidiu manter o jogador no elenco, considerando sua importância para o time do técnico Leonardo Jardim.
Em outra frente, Tite, ex-treinador do time, revelou que desejava ter permanecido para concluir seu trabalho. Ele foi demitido em setembro de 2024, após 11 meses, período que incluiu a conquista do Carioca de 2024.
Recusas no mercado e impacto de lino no Flamengo
A avaliação interna do clube destaca o bom momento de Samuel Lino desde a chegada de Leonardo Jardim, o que o levou a reconquistar espaço na Seleção. O atacante foi um dos destaques na goleada por 4 a 0 sobre a Índia, marcando dois gols.
Ainda em 2025, ele investiu 22 milhões de euros, equivalentes a cerca de R$ 143 milhões na época, para contratar Lino. Além dele, outros jogadores como Emerson Royal, Léo Pereira, Carrascal e João Victor também receberam sondagens de clubes estrangeiros.
Mercado aquecido e próximos desafios do Flamengo
A apuração da “Coluna do Fla” confirmou a proposta da Roma por Samuel Lino, demonstrando o interesse europeu no atacante, embora o Flamengo tenha recusado a oferta de R$ 140 milhões. Outros clubes também demonstraram interesse no jogador, que segue valorizado no mercado.
O Rubro-Negro se prepara para o confronto com o Santos nesta quinta-feira (8), pela sequência do Campeonato Brasileiro, buscando manter o bom desempenho. A diretoria segue atenta às movimentações do mercado, mas prioriza a manutenção de seus principais atletas para a temporada.
Tite e o “gostinho” de continuar
Tite, que foi substituído por Filipe Luís, avaliou sua passagem no Flamengo como tendo sete meses “muito bons”, apesar do impacto das lesões no ataque. O técnico destacou o título do Campeonato Carioca de 2024 e o avanço à semifinal da Copa do Brasil, eliminando Palmeiras e Bahia.
O treinador confessou ao ge: “A passagem no Flamengo teve, sim, sete meses muito bons, e eu gostaria de ter permanecido para terminar o meu trabalho. O sentimento que tenho é este. A pressão da torcida, que culminou na eliminação da Libertadores contra o Peñarol, foi um fator decisivo para o término precoce de seu vínculo.









