Turismo

Destino nacional vira moda, comprova aplicativo

A retomada do turismo deve passar por viagens domésticas de curta distância
Destino nacional vira moda, comprova app
De acordo com o Waze, 78% não querem sair do País. Crédito da foto: Maurício Pokemon / Mtur

Os protocolos de segurança previstos pelo Plano São Paulo foram reconhecidos pelo Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC, na sigla em inglês). A entidade concedeu ao Estado o Safe Travel, selo que atesta as boas práticas dos governos e empresas quanto à higiene e segurança sanitária.

“O WTTC acredita em um futuro de viagens que seja seguro, protegido e que forneça uma experiência autêntica e significativa ao viajante durante a viagem; um futuro que o turismo seja o sustento de milhões e contribua para o crescimento econômico sustentável”, registra a entidade.

Protocolos

Dados do aplicativo de trânsito e navegação colaborativa Waze confirmam a tendência de que a retomada do turismo passará por viagens domésticas de curta distância. Conforme a pesquisa, apresentada durante uma transmissão online do Abav Collab, apenas 22% dos usuários brasileiros da plataforma pretendem realizar viagens internacionais, um dos percentuais mais baixos entre os cerca de 185 países atendidos pela ferramenta.

Os números indicam preferência por destinos próximos de casa (64%), que possam ser acessados com o uso de veículos particulares (61%), e 59% devem evitar localidades muito frequentadas. Durante a live, Thiago Barroso, representante do Waze, destacou pesquisa do Instituto Ipsos segundo a qual 40% dos brasileiros gostariam de ser informados sobre medidas de segurança contra a Covid-19 adotadas por serviços turísticos.

Os dados Waze também indicam a retomada da movimentação nos destinos nacionais. Segundo o estudo, o Brasil já registra 82% do fluxo de navegação verificado em janeiro, período anterior à pandemia, especialmente nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Fortaleza. Destaque para a busca por atividades diretamente ligadas ao turismo, como parques (80%), restaurantes (71%), shoppings (69%), hotéis (64%), praias (52%) e aeroportos (42%). (Da Redação com informações do Ministério do Turismo)

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