Manutenção
A importância da revisão da injeção eletrônica nos carros
A Semana Nacional de Trânsito, que aconteceu de 18 a 25 desse mês, é uma iniciativa dedicada à conscientização e à educação da sociedade sobre práticas seguras no trânsito, destacando a importância da responsabilidade coletiva na preservação da vida e na construção de uma mobilidade mais humana e sustentável. Um aspecto poucas vezes abordado é a revisão periódica dos sensores de injeção eletrônica, uma medida importante para contribuir com o objetivo da campanha e com a segurança nas ruas e rodovias. As dicas são da NTK, multinacional japonesa referência em componentes para sistemas de ignição.
Esses componentes, “(...) muitas vezes esquecidos durante a manutenção preventiva do automóvel, é muito importante que o mecânico avalie o correto funcionamento do sistema, mesmo que a luz de anomalia não esteja acesa no painel no momento, algumas falhas ficam registradas no sistema de injeção. A correta manutenção e inspeção do sistema são fundamentais para garantir que o motor funcione de maneira eficiente, prevenindo falhas que podem colocar em risco a segurança de motoristas e passageiros”, diz uma nota da empresa.
Quando os sensores do sistema de injeção eletrônica apresentam falhas, o veículo pode manifestar falhas do motor em acelerações e ultrapassagens, perda repentina de potência, dificuldade de partida principalmente quando o motor está frio e até consumo excessivo de combustível, o que pode indicar problemas em componentes vitais para o funcionamento do motor e provocar o acendimento da luz de injeção no painel, indicando uma falha.
Confira 6 dicas:
1- Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento (CTS): além de informar ao sistema de injeção a correta temperatura do motor permite estratégias de partida a frio, acionamento do eletroventilador e proteção contra superaquecimento.
2- Sensor de rotação ou PMS: informa não apenas a rotação do motor, mas também a posição do ponto morto superior do primeiro cilindro, garantindo referência para ignição e injeção.
3- Sensor de fase ou CMP: indica a posição do comando de válvulas do motor, é fundamental para estabelecer o sequenciamento do sistema de injeção e ignição e correto funcionamento dos sistemas de comando variáveis, presente nos motores mais modernos.
4- Sensor MAP: mede a pressão absoluta no coletor de admissão, fornecendo dados essenciais para o cálculo da massa de ar que ingressa no motor, possibilitando o cálculo correto da quantidade de combustível que será injetada, garantindo o correto funcionamento do motor e níveis de consumo de combustível.
5- Sensor TPS apresenta a posição da borboleta de aceleração, controlando a resposta do motor e estratégias de marcha lenta e aceleração, garantindo um funcionamento preciso do motor, sem a ocorrência de falhas.
6- Sensor de velocidade do veículo: indica a velocidade do veículo no painel de instrumentos, permite as funções de odómetro parcial no painel, para veículos equipados com transmissão automáticas, também auxilia nas estratégias de trocas de marcha e controle de velocidade de cruzeiro. (Da Redação)