Sorocaba e Região

Escolas estaduais retomam aulas presenciais em Sorocaba

A escola estadual José Odin de Arruda adaptou o prédio para receber os alunos
Escola Estadual José Odin de Arruda, no Jardim Vera Cruz. Crédito da foto: Ana Cláudia Martins (8/2/2021)

Com poucos alunos em sala de aula, respeitando o limite de 35% por conta da fase Laranja do Plano São Paulo, um total de 79 escolas estaduais de Sorocaba iniciaram na manhã desta segunda-feira (8) o ano letivo 2021, de forma presencial.

Como os alunos foram divididos em turmas, quando não podem assistir aula presencialmente o ensino é acompanhado de forma remota.

Para o início das aulas, a escola estadual José Odin de Arruda, no Jardim Vera Cruz, adaptou o prédio para receber os alunos com dispenser de álcool gel na entrada, no pátio e nos corredores.

Todos os estudantes, professores e funcionários com máscara e distanciamento social, com marcação no solo.

No pátio cartazes com orientação sobre a importância de lavar as mãos e medidas preventivas de combate ao coronavírus.

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A unidade escolar possui alunos do Ensino Médio no período da manhã e do Ensino Fundamental 2 a tarde.

No total a rede estadual de alunos em Sorocaba possui aproximadamente 57 mil alunos, mas nesse início do ano letivo as aulas foram retomadas de forma híbrida, ou seja, presencial e remota, já que por conta da pandemia da Covid-19 somente 35% dos estudantes podem frequentar as aulas presencialmente.

Paralisação dos professores

O dirigente Regional de Ensino de Sorocaba, Marco Bugni, disse que a paralisação dos professores da rede estadual não afeta o início do ano letivo na cidade. Ele disse que pela manhã visitou quatro unidades da rede e o início ocorreu com poucos estudantes em sala de aula, conforme as regras definidas, e também porque na primeira semana tradicionalmente poucos alunos comparecem.

Segundo a Apeoesp, entidade que representa os professores da rede estadual, a categoria decidiu paralisar as atividades a partir desta segunda porque é contra o início do ano letivo de forma presencial sem que os profissionais da Educação sejam vacinados contra a Covid-19. (Ana Cláudia Martins)

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