Sorocaba e Região

Assessor da presidência testa positivo para coronavírus

Filipe Martins nasceu em Sorocaba e atua como assessor internacional da Presidência da República
Sorocabano testa positivo para coronavírus
Filipe Martins é assessor especial da Presidência da República. Crédito da foto: Arthur Max / MRE (9/5/2019)

Atualizada às 22h07

O assessor internacional da Presidência da República, Filipe Martins, foi diagnosticado com coronavírus. Ele nasceu em Sorocaba, foi criado em Votorantim e atualmente mora em Brasília.

Martins é uma das 22 pessoas diagnosticadas com coronavírus que participaram da viagem do presidente Jair Bolsonaro aos Estados Unidos. A informação foi divulgada pelo Estadão Conteúdo.

A confirmação aconteceu quinta-feira (19). Além do nome do sorocabano, a lista conta com o chefe da ajudância de ordens, Major Cid; do diretor do Departamento de Segurança Presidencial, Coronel Suarez; e do chefe do Cerimonial, Carlos França.

Cid, Suarez e França passam o tempo todo muito próximos do presidente. Martins, por sua vez, viajou ao lado do secretário de Comunicação da Presidência, Fabio Wajngarten, que foi o primeiro membro da comitiva a ter a confirmação da infecção pelo novo coronavírus. Ambos voltaram ao Brasil na madrugada da quarta-feira (11), no mesmo avião do presidente.

Os quatro estavam em isolamento por terem tido contato com Wajngarten. O primeiro exame de todos deu negativo. A confirmação veio no segundo teste.

Positivo

Também na quinta foi confirmado que o presidente da Agência Brasileira de Promoção à Exportação (Apex), Almirante Sérgio Segovia, teve teste positivo para a covid-19. Ele também esteve nos EUA com o presidente, não apresenta sintomas e está em isolamento domiciliar.

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Os ministros do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, e de Minas e Energia, Bento Albuquerque, também tiveram resultado positivo após a viagem. Os dois testes de Jair Bolsonaro deram negativo, mas o Ministério da Saúde recomendou que o exame seja refeito na próxima semana. Enquanto isso, a recomendação é para que Bolsonaro siga em “monitoramento”. (Da Redação e Estadão Conteúdo)

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