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Sorocaba tem 1.871 casos de dengue

Sorocaba tem 1.871 casos de dengue
Zoonoses removeu 430 toneladas de criadouros do Aedes até o dia 31 de outubro. Crédito da foto: Divulgação / Secom Sorocaba

A Prefeitura de Sorocaba, por meio da Secretaria da Saúde (SES), divulgou ontem (11) um novo Boletim Epidemiológico com os dados atualizados sobre a dengue. A cidade atingiu 1.871 casos confirmados. Foram identificados quatro casos com o sorotipo DENV 2 e um com o DENV 1.

Desse total, 1.743 são autóctones, 104 importados e 24 indeterminados. Há ainda outros , 13 casos de chikungunya, com 11 autóctones e dois importados. Nenhum caso de zika e febre amarela foi registrado. Houve apenas uma morte registrada por conta da dengue neste ano.

Remoção de criadouros

Mesmo diante da pandemia da Covid-19, a Divisão de Zoonoses da Prefeitura de Sorocaba removeu 432.920 kg de criadouros do mosquito Aedes aegypti até o dia 31 de outubro. No mesmo período, 346.678 imóveis foram visitados ao redor de casos positivos de dengue e de inspeções de rotina.

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De acordo com a Zoonoses, setor vinculado à Secretaria da Saúde (SES), a quantidade da remoção de criadouros só foi possível através do trabalho de “arrastão”, com caminhões na retirada de recipientes que acumulavam água. “A atividade tem boa aceitação pela população, porém, ainda é necessário mais colaboração e sensibilidade da sociedade em relação ao tema”, explica a coordenadora da Vigilância em Saúde, Thais Buti.

Dos mais de 340 mil imóveis visitados, 53.265 receberam nebulização. As demais residências precisaram da aplicação de larvicida, um produto que mata a larva do mosquito. Outros locais tiveram os criadouros tratados no momento da visita com sabão em pó, ou detergente, que são produtos alternativos para matar as larvas do mosquito.

A Divisão da Zoonoses informa que nesta época de pandemia da Covid-19 os agentes estão visitando somente as áreas externas dos imóveis e de máscaras, para reduzir o risco de contaminação pelo novo coronavírus.

As nebulizações são realizadas, normalmente, com a população aguardando do outro lado da rua, a uma distância de dois metros entre os núcleos familiares, para evitar aglomerações. As pessoas que não queiram sair de suas casas, podem permanecer dentro delas, fechando todas as portas e janelas, bem como colocando panos nos vãos das portas, para evitar a intoxicação pelo inseticida. (Da Redação, com informações da Prefeitura de Sorocaba)

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