Alerta
Massa de ar seco reduz umidade do ar na Região Metropolitana de Sorocaba
Votorantim registrou o menor índice entre os municípios da RMS, com 28,3%; Sorocaba teve 33,5% e Itu, 46,6%
A atuação de uma massa de ar seco mantém o tempo estável em todo o Estado de São Paulo e provoca baixos índices de umidade relativa do ar na Região Metropolitana de Sorocaba (RMS). Nesta terça-feira (21), Votorantim registrou o menor índice entre os municípios da região, com 28,3%. Em Sorocaba, a umidade relativa do ar chegou a 33,5%, enquanto Itu apresentou índice de 46,6%.
Os dados mostram uma diferença significativa entre as cidades da região. Enquanto Votorantim e Sorocaba ficaram abaixo dos 40% de umidade relativa do ar, Itu apresentou uma condição mais amena, embora ainda sob influência do tempo seco. A umidade relativa do ar é um dos fatores utilizados para avaliar as condições atmosféricas e pode variar ao longo do dia conforme a temperatura e a circulação de ventos.
A previsão para as próximas horas é de continuidade do tempo estável, com temperaturas amenas durante a noite e a madrugada devido ao resfriamento noturno. Com o avanço do dia e a intensificação do aquecimento, a umidade tende a diminuir, especialmente nos períodos de maior temperatura.
Na faixa leste paulista, também há possibilidade de formação de nevoeiros isolados durante a noite e a madrugada. O fenômeno pode reduzir a visibilidade em alguns trechos e comprometer a segurança e a fluidez dos transportes. A tendência é que os nevoeiros se dissipem gradualmente ao amanhecer, com o aumento da temperatura e a intensificação do aquecimento diurno.
Em todo o Estado, os menores índices de umidade relativa do ar registrados nesta terça-feira foram observados em Ribeirão Preto, com 22%; Itapira, com 22,3%; e Guaratinguetá, com 23%. Também foram registrados índices abaixo de 30% em diversos municípios do interior paulista, como Barretos, Franca, Araraquara, Campinas, São José do Rio Preto, Presidente Prudente e outras cidades.
O tempo seco pode provocar ressecamento das mucosas e aumentar o desconforto respiratório, principalmente entre crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias. A recomendação é reforçar a ingestão de água e evitar a exposição prolongada ao sol nos horários de maior aquecimento.