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Saúde pública

Sorocaba registra primeira morte por escorpião em 2026; cidade soma 170 casos no ano

A vítima é um homem de 65 anos, que morreu no dia 14 de março

07 de Abril de 2026 às 13:57
Da Redação [email protected]
A vítima é um homem de 65 anos, que morreu no dia 14 de março
A vítima é um homem de 65 anos, que morreu no dia 14 de março (Crédito: Divulgação)

Sorocaba registrou a primeira morte por picada de escorpião em 2026: a vítima é um homem de 65 anos, que morreu no dia 14 de março. De acordo com a Vigilância Sanitária, o município soma 170 casos de acidentes com escorpiões neste ano, com um óbito confirmado até o momento.

Nos anos anteriores, os dados mostram variação no número de ocorrências. Em 2024, foram registrados 566 casos e duas mortes — uma delas tinha apenas 1 ano de idade, enquanto outra tinha 7. Já em 2025, houve aumento no total de registros, com 622 casos, mas sem óbitos.

Vistorias e controle

As ações de combate são realizadas pelo setor de Zoonoses, que promove vistorias em imóveis para identificar focos de infestação e possíveis pontos de entrada dos escorpiões.

Durante as inspeções, as equipes avaliam condições que favorecem a presença desses animais, como acúmulo de materiais, oferta de alimento e locais que servem de abrigo. Também são feitas orientações técnicas aos moradores e, quando necessário, os responsáveis são notificados para corrigir irregularidades.

Além disso, é realizada busca ativa por escorpiões, o que permite a identificação precoce de focos e a adoção de medidas imediatas de controle.

Ações em locais públicos

O trabalho inclui ainda vistorias periódicas em chamados “imóveis especiais”, como escolas e locais com grande circulação de pessoas. Nessas áreas, as ações são integradas e envolvem tanto o controle de arboviroses quanto a prevenção de acidentes com animais peçonhentos.

Educação e monitoramento

A prefeitura também desenvolve atividades educativas ao longo do ano, como palestras, exposições e rodas de conversa, com o objetivo de orientar a população sobre prevenção e reduzir o risco de acidentes.

Outro eixo da estratégia é o mapeamento das áreas com maior incidência de escorpiões. Com base nesses dados, o município direciona as ações de controle, buscando maior efetividade no combate à infestação.