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Operação Bankline cumpre prisões e mandados em vários estados

Ação do Ministério Público apura esquema que causou prejuízo de quase R$ 500 mil; cidades da região de Sorocaba estão entre os alvos

26 de Março de 2026 às 11:26
Da Redação [email protected]
Os materiais apreendidos serão analisados para identificar novas provas e possíveis vítimas
Os materiais apreendidos serão analisados para identificar novas provas e possíveis vítimas (Crédito: Divulgação/MPMG)

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) informou, na manhã desta quinta-feira (26), o cumprimento de 12 mandados de prisão preventiva e 17 de busca e apreensão durante a “Operação Bankline”. A ação ocorre em Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro, Pará e no Distrito Federal.

O objetivo é desarticular um grupo investigado por fraudes eletrônicas. Segundo o MPMG, o esquema causou prejuízo de quase R$ 500 mil a uma empresa de Governador Valadares e a uma instituição financeira.

As investigações apontam que os acusados invadiram uma conta bancária empresarial e resgataram, de forma indevida, um investimento de R$ 800 mil para gerar saldo. Em seguida, foram pagos 10 boletos, que somaram quase R$ 500 mil.

De acordo com o MPMG, os acessos foram feitos por dispositivos e conexões de internet fora do padrão da empresa, em diferentes cidades.

A apuração indica que o grupo era dividido em duas frentes: uma responsável pela parte tecnológica, com uso de técnicas para burlar sistemas bancários, e outra encarregada de movimentar e distribuir os valores entre contas de pessoas físicas e jurídicas.

Os mandados foram cumpridos em Senador Canedo, Goiânia e Planaltina de Goiás (GO); Parauapebas (PA); Planaltina (DF); Duque de Caxias e Queimados (RJ); além de São Paulo, Itapetininga, Praia Grande, Santos e Salto.

Na Região Metropolitana de Sorocaba (RMS), a operação ocorre em Salto e Itapetininga, com apoio do 14º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (14º BAEP), em atuação integrada com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

Os materiais apreendidos serão analisados para identificar novas provas e possíveis vítimas. As investigações continuam.

A Polícia Militar e o Gaeco foram questionados sobre o número total de investigados, possíveis prisões em flagrante e os itens apreendidos, mas não houve resposta até a publicação desta matéria. O espaço segue aberto.(Da Redação)

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