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Investigação

Corpo encontrado em Alumínio pode ser de motorista desaparecido

Reconhecimento formal da vítima ainda será realizado

23 de Janeiro de 2025 às 15:50
Da Redação [email protected]
Polícia Militar está no local
Polícia Militar está no local (Crédito: Cortesia/ São Roque Notícias)

Atualizada às 18h04

Um corpo carbonizado encontrado na tarde desta quinta-feira (23) em uma área de mata na cidade de Alumínio, Região Metropolitana de Sorocaba (RMS), pode ser do motorista de aplicativo, Cláudio José de Moraes, que está desaparecido. Segundo o delegado responsável pelo caso, há todos os indícios de que se trata da vítima pela aparência física, localização e cor da camisa, no entanto, o reconhecimento formal ainda será feito. Por conta da queimadura, será necessária a realização de um exame de DNA. 

Cláudio José de Moraes desapareceu na segunda-feira (20) depois que saiu para trabalhar. Na última terça-feira (21), a Guarda Civil Municipal (GCM) localizou o carro de Cláudio queimado, na região da estrada Mário Covas, no bairro Parque das Rosas, em Mairinque.

Na tarde desta quinta-feira (23), o corpo foi localizado ao lado de uma casa abandonada. A Polícia Civil destacou que chegou até o local depois que a Estação Rádio Base (ERB) do celular do suspeito, que está preso, apontou na direção onde a vítima foi encontrada. Também foi apurado que o suspeito já morou na casa localizada na área de mata, há muitos anos. A polícia não descarta a possibilidade de outros crimes na mesma região. O caso é investigado. 

Prisões

A suspeita é de que um casal está envolvido no caso. O homem e a mulher foram presos um dia após o desaparecimento de Cláudio, acusados de matar outro motorista de aplicativo, de 31 anos, com cinco facadas no peito e no pescoço, na estrada Governador Mário Covas. 

“Eu não descarto a participação deles nesse outro caso do motorista de aplicativo que está desaparecido. Porque foi em um dia anterior às prisões e eles são do mesmo setor. Além disso, eu interroguei e eles confirmaram que conheciam esse homem. Até porque os motoristas da região são todos conhecidos. Quando é coincidência demais, a polícia fica com a orelha em pé. Mas não dá pra afirmar categoricamente”, informou Espedito Alves, delegado de Mairinque, em coletiva de imprensa realizada na quarta-feira (22), em Sorocaba.