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Mercado de trabalho

SP cria quase 500 mil vagas de trabalho em doze meses

Todos os setores de atividade mostraram resultados positivos na geração de empregos

13 de Setembro de 2024 às 22:00
Cruzeiro do Sul [email protected]
Estado de São Paulo tem mais de 15 mil vagas de emprego abertas.
Todos os setores de atividade mostraram resultados positivos na geração de empregos (Crédito: Divulgação)

 

O Estado de São Paulo registrou 499 mil novas vagas de emprego com carteira assinada no acumulado dos últimos 12 meses. De acordo com a pesquisa Emprego Formal, da Fundação Seade, o número representa um aumento de 3,6% em relação ao mesmo período de 2023. O Estado corresponde a 28% do 1,8 milhão de postos de trabalho criados no Brasil no período.

“São Paulo é um Estado formado por gente que trabalha duro. E a criação de quase meio milhão de empregos com carteira assinada em 12 meses é a prova de que somos um mercado atrativo para os empreendedores. A nossa contribuição, como governo, é seguir na direção certa para alavancar ainda mais novos postos de trabalho em todos os setores da economia e gerar renda para a população paulista”, disse o governador Tarcísio de Freitas.

Todos os setores de atividade mostraram resultados positivos na geração de empregos no estado no período analisado: serviços (287 mil), comércio (87 mil), indústria (80 mil) e construção (67 mil). Apenas na agricultura houve um pequeno registro negativo (-2 mil). O estado registrou 7,8 milhões de admissões e 7,3 milhões de desligamentos.

A pesquisa Emprego Formal é realizada pela Fundação Seade com base nas informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego.

Em julho, foram gerados 62 mil postos de trabalho no Estado, resultado de 681 mil admissões e 619 mil desligamentos. O aumento foi de 0,4% em relação ao mês anterior. Com isso, o estoque de empregos formais no Estado alcançou 14,3 milhões.

Os números apurados em julho mostraram variações positivas na indústria (0,7%), na agricultura (0,6%), no comércio (0,5%), nos serviços (0,4%) e, com menor intensidade, na construção (0,2%).

No setor de serviços, figuram em destaque atividades relacionadas a ações administrativas e serviços complementares (11 mil), saúde humana e serviços sociais (5 mil) e transporte, armazenagem e correio (4 mil). (Da Redação, com informações da Agência SP)