Em Itapetininga
Hospital Léo Orsi, em Itapetininga, retoma cirurgias eletivas gradativamente
Unidade continua funcionando com superlotação na clínica cirúrgica, UTI 1 e 2 e clínica médica
O Hospital Doutor Léo Orsi Bernardes (HLOB), em Itapetininga, retomou gradativamente as cirurgias eletivas, ou seja, cirurgias previamente agendadas em que o paciente não apresenta risco imediato. O retorno acontece após o hospital passar por um período de superlotação.
No entanto, de acordo com a Beneficência Nipo-Brasileira de São Paulo, que administra o hospital, a unidade atende de portas abertas 13 municípios da região, o que pode causar variações e mudanças constantes.
"Como a demanda da unidade é predominantemente espontânea, o fluxo de pacientes torna-se imprevisível, podendo ocorrer aumentos repentinos no volume de atendimentos a qualquer momento. Diante disso, todos os protocolos e medidas organizacionais adotados anteriormente são reavaliados diariamente pela diretoria e administração, podendo ser retomados ou ajustados sempre que necessário, visando garantir a segurança assistencial e o melhor atendimento possível aos pacientes que se encontram internados.",
Mesmo com o retorno gradativo das cirurgias eletivas, a unidade continua funcionando com superlotação. Os setores mais críticos são a clínica cirúrgica, que estava com 100% da taxa de ocupação, com os 45 leitos disponíveis ocupados; as Unidades de Terapia Intensiva (UTI) 1 e 2, também funcionando com 100% da taxa de ocupação, com os 19 leitos ocupados; e a clínica médica, com 94,29% de taxa de ocupação. Dos 70 leitos, 66 estão ocupados.
Os setores da maternidade, pediatria e berçário estão funcionando com 50% da taxa de ocupação e o pronto-socorro (observações) com 40%.
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Hospital estadual
O Departamento Regional de Saúde (DRS) de Sorocaba informou que o Hospital Estadual do Alto Paranapanema, em Itapetininga, está sendo construído. A previsão de conclusão das obras é em março de 2027.
A unidade deverá beneficiar aproximadamente 520 mil habitantes, com 240 leitos, sendo 44 para cuidados intensivos e intermediários, além de pronto-atendimento, centro cirúrgico, hospital-dia, ambulatório, quimioterapia e serviços de diagnóstico. (T.V.)