RMS
Ocorrências são registradas em estradas de Itapetininga após fortes chuvas
Em uma vicinal do município, um aterro do sistema de tubulação cedeu; na Raposo Tavares, houve erosão e alagamento na via
Após as fortes chuvas de quinta-feira (10), ocorrências foram registradas em estradas do município de Itapetininga. Em 24 horas, o acumulado de chuva foi de 61 milímetros, sendo que somente na quinta-feira o volume foi de 39 mm.
Segundo a Defesa Civil do município, o aterro do sistema de tubulação cedeu na estrada vicinal que liga o bairro do Retiro, em Itapetininga, ao distrito de Aracaçú, em Buri, devido ao grande volume de água de escoamento. A passagem, utilizada também para o transporte de produtos e insumos agrícolas, precisou ser interditada.
Equipes da Secretaria de Agricultura e Fomento ao Agronegócio estiveram no local para sinalizar e realizar o serviço de manutenção. Segundo a prefeitura, há rotas alternativas para o deslocamento dos moradores entre os bairros. Ninguém ficou ferido.
O aumento do volume de água também foi registrado no Ribeirão do Capivari, em uma área rural de Itapetininga. Por se tratar de uma região baixa, o nível do ribeirão subiu com as chuvas. O curso d'água nasce no distrito do Gramadinho, passa pela Varginha e deságua no rio Itapetininga.
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Raposo Tavares
Na rodovia Raposo Tavares (SP-270), a primeira ocorrência foi registrada às 17h36 de quinta-feira em uma alça de retorno da via. Segundo a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), o local ficou alagado e foi comprometido nos sentidos leste e oeste. Até esta manhã, ainda havia ponto de alagamento.
A segunda ocorrência na rodovia foi registrada às 7h34 desta sexta-feira (11), em outro ponto. Houve alagamento, acompanhado de erosão e desabamento do solo.
A via foi parcialmente interditada e o acostamento no sentido leste bloqueado. Por volta das 11h30, equipes realizavam a limpeza do local. Não houve registro de vítimas ou congestionamento nesse ponto.
A Defesa Civil recomenda atenção redobrada durante tempestades e orienta a população a evitar áreas abertas, árvores, postes e estruturas vulneráveis. (Luiza Lopes de Oliveira - Programa de Estágio)
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