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Kim Kataguiri destaca emendas para educação e cultura

14 de Janeiro de 2026 às 21:00
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Deputado (à direita) esteve em Sorocaba e visitou bairros e instituições ao lado do vereador Ítalo Moreira
Deputado (à direita) esteve em Sorocaba e visitou bairros e instituições ao lado do vereador Ítalo Moreira (Crédito: REINALDO SANTOS)

O deputado federal Kim Kataguiri (União Brasil) esteve ontem (14) em Sorocaba. Ele visitou a obra de uma escola no Parque São Bento e, durante a tarde, esteve na Fundação de Desenvolvimento Cultural de Sorocaba (Fundec), além de conceder entrevistas ao Cruzeiro do Sul e à rádio Cruzeiro 92,3. O deputado esteve acompanhado do vereador Ítalo Moreira (União Brasil).

Na ocasião, Kim e Ítalo comentaram sobre as emendas parlamentares destinadas pelo deputado à região de Sorocaba. De acordo com o vereador, já foram mais de R$ 22 milhões enviados à cidade. “Recentemente tivemos investimentos no Duljara [Escola Municipal Duljara Fernandes de Oliveira, localizada no Jardim Santo Amaro], que é uma escola de referência. Estivemos também em uma obra, acho que vão ser 27 salas de uma nova escola”, comenta Kim.

Ítalo acrescenta que a unidade de ensino atenderá a população do Parque São Bento. “Temos o Parque São Bento, que conta com cerca de 45 mil habitantes e não tem nenhuma escola de ensino fundamental I. As crianças precisam ser levadas para escolas fora do bairro, por meio de ônibus e vans. Com o apoio do deputado, que destinou recursos para a construção da escola, vamos ter a maior escola de fundamental I de Sorocaba”, destaca o vereador.

Em relação à Fundec, os políticos explicaram que diversas emendas já foram enviadas e utilizadas para o conserto de um piano, a compra de novos violinos e outros equipamentos, além de auxílio ao Instituto Municipal de Música de Sorocaba, mantido pela fundação, que atende aproximadamente 700 alunos.

O deputado Kim Kataguiri também comentou sobre um projeto de sua autoria que pretende responsabilizar gestores públicos que não apresentarem resultados positivos em suas áreas de atuação. “Da mesma maneira que temos uma Lei de Responsabilidade Fiscal, que pune o gestor público que deixa as contas públicas descontroladas, precisamos de algo semelhante para indicadores. Você tem, por exemplo, um secretário de Educação que assume uma cidade com taxa de analfabetismo de 10% e entrega com 12%. Ele precisa ser responsabilizado por isso. Se você perde seus direitos políticos, fica inelegível. Precisamos passar a avaliar indicadores e cobrar legalmente que os gestores cumpram esse dever, não só moral, não só com o eleitor”, afirma.

Sobre o futuro político, Kim, que declarou que irá mudar de partido, disse que decidirá nos próximos meses suas pretensões para a próxima eleição. “Agora temos um novo partido, o Missão, e a possibilidade de disputar todas as eleições que quisermos. Em julho, vamos fazer uma avaliação e tomar uma decisão sobre disputar a reeleição ou o Governo do Estado de São Paulo”, adianta.

O partido Missão foi fundado em novembro de 2025 e disputará sua primeira eleição em 2026. (V.O.)