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Coronavírus

Coronavírus já infectou 8,8% dos sorocabanos

28 de Maio de 2021 às 00:01
Marcel Scinocca [email protected]
Coronavírus em Sorocaba.
Coronavírus em Sorocaba. (Crédito: Arte JCS)

Sorocaba ultrapassou ontem (27) a marca de 60 mil casos registrados pelo novo coronavírus. A situação ocorreu após a cidade registrar 495 novos casos confirmados na data, segundo o boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde (SES). Quinze novos óbitos também foram anotados, além de 356 recuperados.

Com os números, os casos confirmados pela doença passaram de 59.990 para 60.485 na cidade. Os dados apontam ainda que 8,8% da população já foi infectada pela novo coronavírus. Os números representam todos os casos registrados na cidade, desde o início da pandemia, em março de 2020.

Os óbitos com a confirmação da doença aumentaram para 1.887. As vítimas tinham entre 35 e 93 anos, sendo seis delas mulheres. Três das vítimas não tinham comorbidade para o novo coronavírus. As mortes ocorreram entre 21 e 27 de maio. Oito das vítimas morreram em unidades de urgência e emergência de Sorocaba. Apenas uma das mortes ocorreu na rede privada de saúde. A cidade ainda tem um óbito em investigação.

O número de recuperados em Sorocaba chegou a 57.579, com 356 novos recuperados. Ao menos 752 pessoas estavam em recuperação, o chamado isolamento domiciliar. A cidade apresentou aumento do número de pessoas com suspeita de contaminação pelo coronavírus e que aguardam resultados, de 316 para 597. Por fim, o número de descartados por resultados negativos da doença aumentou para 122.266.

Ocupação de leitos

No censo diário de leitos, em dez situações, unidades apresentavam 100% de ocupação, sendo cinco de UTI e cinco de enfermaria. No caso de UTI, a situação ocorria nos hospitais Santa Casa, Centro de Estabilização São Guilherme e Zona Norte -- da rede pública. No caso da rede privada, a situação foi registrada nos hospitais Evangélico e Unimed. No caso de enfermaria, a lotação ocorria nos leitos do Evangélico, Samaritano, Unimed -- rede privada -- e AME e Centro de Estabilização Zona Norte, da rede pública. (Marcel Scinocca)