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Mulher tem corte profundo na testa após ser agredida por vizinho em Salto de Pirapora

13 de Dezembro de 2020
Marcel Scinocca [email protected]

Além de corte na testa, Dona Vanilde teve hematoma no olho. Crédito da foto: Divulgação

 

Um mulher de 56 anos teve um corte profundo na testa, após ser espancada por um vizinho, em Salto de Pirapora, na Região Metropolitana de Sorocaba (RMS). A situação ocorreu na rua Eugênio Seabra, que fica no jardim Paulistano, por volta das 10h30 do sábado (12). A agressão teria ocorrido sem qualquer motivo.

De acordo com o boletim de ocorrência e de informações da família, Vanilde Aparecida Calixto de Andrade caminhava até o carro da família, que estava na rua, quando foi surpreendida pelo vizinho, que tem 31 anos. Ela foi agredida na calçada e levou ao menos um soco do agressor. A vítima ficou com hematomas na região da testa e do olho direito.

A mulher recebeu ajuda de vizinhos, que chamaram a polícia. Populares contiveram o homem, que foi imobilizado até a prisão. Houve a necessidade de uso de algema. Antes mesmo da chegada da Polícia Militar, a vítima foi socorrida pelo marido, sendo levada à Santa Casa da cidade. Dona Vanilde permaneceu na unidade de saúde por cerca de três horas, sendo medicada com relação às dores. Na testa, 10 pontos, devidos a ferimentos provocados pela queda da vítima na calçada.

No boletim, consta que o próprio agressor afirmou aos policiais que não tinha motivo para cometer a agressão. A família de Vanilde está revoltada e com medo. O homem, apesar de preso, teria sido liberado, ainda na tarde do dia 12. “Por isso, nossa revolta e indignação. Poderia ter matado ela”, diz a nora Paola Pablina Leal Henrique.

Ainda segundo a família, já há um processo judicial em andamento devido a problemas de anos com esse vizinho. Além disso, há, ao menos,12 boletins de ocorrência em função de ameaças. Paola Pablina afirma que o advogado do caso deverá pedir medida protetiva contra o agressor, que estaria desaparecido. Segundo ela, a medida ainda não havia sido tomada levando em consideração o fato de que, até então, não havia agressão consolidada, apenas ameaça. “De um ano e meio para cá, a situação fico insustentável”, comenta.