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Financiar projetos

Mais da metade do crédito financiado (51%) representa investimentos de micro e pequenas empresas
Financiar projetos
Crédito da foto: Pedro Negrão / Arquivo JCS (11/3/2016)

Inovação é a palavra de ordem no universo das micros, pequenas e médias empresas (MPMEs). Mais do que possibilitar a melhoria ou a criação de novos produtos e serviços, inovar é o que garante maior competitividade e longevidade aos negócios. É justamente com esse foco que as MPMEs empresas paulistas fizeram a Desenvolve SP, Agência de Desenvolvimento Paulista, atingir a marca de R$ 200 milhões em financiamentos para projetos inovadores. Os recursos, desembolsados ao longo dos últimos seis anos, foram demandados principalmente para a criação de softwares, plataformas digitais e apps voltados às áreas da saúde, mobilidade urbana e agronegócio. Segundo levantamento da instituição financeira, do montante total, 62% foi destinado a inovações de empresas do setor de serviços, 33% da indústria e 5% do comércio. Chama atenção ainda o porte dessas empresas: mais da metade do crédito financiado (51%) representam investimentos de micros e pequenas empresas.

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Será quê?

Um projeto de lei que poderá ser apreciado na sessão ordinária desta quinta-feira (16) da Câmara de Sorocaba pretende regulamentar os afastamentos de agente público do exercício do cargo para instrução processual. Pelo projeto, o servidor poderia escolher pelo afastamento sem remuneração. Se levarmos em consideração o erário, a ideia é boa. Entretanto, a iniciativa é inconstitucional, conforme defendeu o Jurídico da Câmara e comissões que deram pareceres durante a tramitação. Aliás, esse não é o único projeto inconstitucional na ordem do dia. Há outros dois, sendo que um deles pretende obrigar a Prefeitura de Sorocaba a colocar chip em todos os animais que forem vacinados contra a raiva na cidade. Se aprovados, haja ações na Justiça. E dinheiro do contribuinte para implantar chips na cachorrada.

Casa de Papel

O prefeito José Crespo (DEM), por meio de sua defesa, protocolou no último dia 10 uma petição no processo judicial relacionado à operação Casa de Papel. Crespo quer saber se ele está no rol de investigados do caso, bem como se há elementos de prova ou indicação que liguem o seu nome a ilegalidades na investigação. O documento é direcionado, literalmente, ao “delegado de Polícia da Delegacia Seccional de Sorocaba”. Até ontem, não havia manifestação com relação ao questionamento.

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Agora tem de justificar

Toda paralisação de obra pública em Sorocaba por um período superior a 60 dias deverá ser justificada pela administração municipal e pela empresa contratada informando as razões. É o que estabelece a Lei 11.973, de 13 de maio de 2019, de autoria do vereador Hélio Brasileiro (MDB), publicada na edição de terça-feira (14) do Jornal Oficial do Município de Sorocaba. A norma vale para toda obra pública que for objeto de qualquer modalidade de licitação envolvendo a administração direta e indireta. Tratando-se de obra pública já licitada ou iniciada na data da publicação da lei, os motivos da interrupção ou paralisação deverão constar apenas no sítio eletrônico do órgão, de forma detalhada e de fácil compreensão, além da data em que as atividades foram paralisadas, devendo permanecer a informação até que haja a efetiva retomada dos trabalhos.

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