Sorocaba e Região

Casal de Itapetininga é condenado por tortura e morte da filha

Somadas, penas atribuídas aos pais de Emanuelly superam 50 anos de prisão
Júri ocorre no Fórum de Itapetininga, no Jardim Marabá. Crédito da Foto: Divulgação

O casal Phelippe Douglas Alves, de 25 anos, e Débora Rolim da Silva, 24 anos, foram condenados nesta segunda-feira (3) por júri popular no Fórum de Itapetininga, na Região Metropolitana de Sorocaba (RMS), pela morte da filha, Emanuelly, de 5 anos, ocorrido em 3 de março de 2018 no Conjunto Hospitalar de Sorocaba (CHS) com lesões de espancamento que são atribuídas ao casal.

 

Phelippe foi condenado a 34 anos, 7 meses e 10 dias de prisão em regime fechado, mais 10 meses e 14 dias em regime semiaberto, pelos crimes de homicídio doloso quadruplamente qualificado por motivo fútil e crueldade contra vítima descendente e mulher.

Débora foi condenada a 23 anos, 11 meses e 4 dias em regime fechado, mais 6 meses em regime semiaberto, pelo crimes de homicídio doloso quadruplamente qualificado por motivo fútil, tortura, cárcere privado e fraude processual. Cabe recurso à defesa.

O casal está preso desde que o laudo necroscópico do Instituto Médico Legal (IML) constatou que Emanuelly morreu em decorrência de um traumatismo craniano e hemorragia cerebral provocado pelas agressões.

O júri

De acordo com a assessoria de imprensa do Tribunal do Justiça de São Paulo (TJ-SP), inicialmente foram arroladas 30 testemunhas a serem ouvidas nesta segunda-feira (3) pelo juiz presidente Alfredo Gehring Cardoso Falchi Fonseca. Sete jurados foram escolhidos entre os 25 inscritos e o julgamento ocorreu entre 10h30 e 20h45. (Da Redação)

Comentários