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Casa de Papel Sorocaba e Região

Casa de Papel: Juiz cobra relação de materiais apreendidos

Conforme a Prefeitura, documentos apreendidos não tiveram autos de apreensão
A Polícia Civil apreendeu diversos documentos no Paço Municipal. Crédito da foto: Emídio Marques

O juiz Jayme Walmer de Freitas, da 1ª Vara Criminal de Sorocaba, pediu brevidade à Polícia Civil para que se atenda pedidos formulados no processo que trata da operação Casa de Papel. Ele determina que seja catalogado cada item apreendido junto a cada pessoa, na Prefeitura Municipal, em 8 de abril, dia em que a operação foi deflagrada. A decisão foi tomada em 24 de abril.

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Conforme o magistrado, ao ser deferido a busca e apreensão dos bens e objetos que ligassem os suspeitos aos crimes referidos pela Polícia Civil e pelo Ministério Público, inclusive infrações que violassem processos de licitação, jamais se cogitou fossem impedidos organismos municipais de retomar sua normal atividade de prestação de serviços junto à comunidade.

Mostra-se imperativo o fornecimento de relação de todos os itens apreendidos, com ênfase aos retirados da Prefeitura Municipal. Assim, o pedido formulado pelo procurador Geral do Município deve ser atendido, com brevidade, a fim de se dar satisfação aos cidadãos desta urbe acerca da lisura dos atos praticados até o momento, bem como informar o quê, de relevante, foi apreendido”, afirma Freitas na decisão.

Conforme informou o Cruzeiro do Sul em 18 de abril, a Prefeitura de Sorocaba apresentou um dia antes uma petição no processo que trazia pedido de esclarecimento sobre a atuação no caso. O documento afirmava que foram apreendidos documentos sem que fossem lavrados os respectivos autos de apreensão. “Nem sequer deixou a lista daquilo que foi apreendido”, alegou a Prefeitura. (Marcel Scinocca)

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