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Vereador quer que munícipes sejam punidos por ameaças e ofensas

O pedido ocorre após uma discussão registrada em vídeo na semana passada
Vereador terá que se retratar sobre professores
Irineu Toledo quer providências da Mesa Diretora do Legislativo sorocabano. Crédito da foto: Erick Pinheiro

 

O vereador Irineu de Toledo (PRB) está pedindo providências para que sejam identificados e punidos os munícipes que comparecerem à Câmara com o objetivo de ofender vereadores.

O pedido está em um ofício endereçado ao presidente da Câmara de Sorocaba, vereador Fernando Dini (MDB).

O pedido ocorre após uma discussão registrada em vídeo na quinta-feira (10).

Ao falar da situação, chamada por ele como “grosseira”, Toledo pede ao presidente que seja identificado e ainda pede informações sobre quais gabinetes ele esteve no Legislativo e por quanto tempo ficou.

O vereador ainda pede para que as imagens do homem sejam enviadas a seu gabinete. Por fim, ele pede para que sejam tomadas as medidas judiciais cabíveis, bem como que se tomem medidas para que a situação não se repita.

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Bate-boca

Toledo foi pivô de um bate-boca na saída do estacionamento do Legislativo na quinta-feira.

Um vídeo que circula em redes sociais mostra o parlamentar sendo abordado por um munícipe que quer satisfações sobre seu posicionamento em uma votação.

Após ser questionado se batia em mulher, o homem responde que não e chama o parlamentar de sem-vergonha. Irineu de Toledo, então, dá ré, questiona novamente o homem e o chama de tonto. O vídeo é finalizado com o homem chamando Irineu de “pastor desviado”.

Outros casos

Nessa legislatura, os episódios externos ao debate e ao trabalho legislativo têm sido recorrentes entre os parlamentares de Sorocaba.

Recentemente, o vereador Hélio Brasileiro (MDB) precisou acionar a polícia após um pacote suspeito ter sido deixado próximo da clínica dele. O fato ocorreu em 15 de abril.

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Fernando Dini (MDB) falou em 24 de novembro que investigações estavam sendo realizadas pela Polícia Civil.

O assunto seria a propagação de notícias falsas, em especial contra ele. “É para denegrir, para machucar, para desmoralizar”, afirmou na ocasião.

Em 28 de junho deste ano, foi a vez de Iara Bernardi (PT) acionar a Polícia Civil. Ela esteve na Delegacia Seccional de Sorocaba para registrar um boletim de ocorrência.

Segundo ela, internautas estavam ofendendo-a e ameaçando-a em redes sociais.

Hudson Pessini (MDB) também foi alvo de ameaças. Em um dos casos, o alvo foi o gabinete. O parlamentar alega que teve de mudar a rotina, que inclui até o uso de carro blindado.

“Levei a conhecimento da polícia os casos mais graves, que agora estão em processo sob sigilo, em segredo de justiça”, comenta Pessini.

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Em outro episódio, ao menos um parlamentar teve de deixar o plenário da Câmara sob escolta da Guarda Civil Municipal (GCM).

O que diz a Câmara

Questionada no que lhe compete, ou seja, dentro da esfera do prédio do Legislativo, a Câmara de Sorocaba afirmou que “como instituição manterá seu sistema de segurança ativo, como de costume, com o objetivo de garantir o bem-estar não somente dos vereadores, como dos funcionários e das pessoas que frequentam a Casa Legislativa”. (Marcel Scinocca)

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