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Crescimento econômico

Confiança conquistada agora está em risco

Apesar das inúmeras cascas de banana colocadas no caminho, o Brasil cresceu nos últimos quatro anos

26 de Novembro de 2022 às 00:01
Cruzeiro do Sul [email protected]
(Crédito: Fábio Rogério / Arquivo JCS )

A confiança em um governo é fator determinante para o crescimento de um País e também para a garantia da ordem. Isso vale para todos os setores sociais e se reflete na vida de todos. Ao fazermos um recorte e analisar exclusivamente a economia, verificamos que a confiança do empresariado brasileiro no governo Bolsonaro foi ampla, total e incontestável. Os números garantem a afirmação e o resultado da análise fica ainda mais perceptível quando a trazemos para próximo da nossa realidade e convivência.

Notícia publicada pelo jornal Cruzeiro do Sul, em sua edição de 22 de novembro de 2022, mostra que, de janeiro a outubro de 2022, a regional Sorocaba do Centro das Indústrias do Estado de São paulo (Ciesp), que engloba 48 municípios, gerou US$ 2,68 bilhões na participação das exportações em todo o território paulista, apontando um crescimento perto de 56% em relação ao mesmo período de 2021, quando registrou US$ 1,72 bilhão. Já as importações somaram US$ 3,97 bilhões, o que significa um crescimento de 31,8% frente ao mesmo período do ano passado.

Os números são todos atestados pelo Ciesp e refletem a confiança em um governo que, mesmo enfrentando uma pandemia, a crise hídrica, os reflexos da guerra entre a Rússia e a Ucrânia, além dos “inimigos” internos -- aqueles que torcem para o jacaré contra o Tarzan e defendem o “quanto pior, melhor!” --, não aceitou a proposta de que “a economia a gente vê depois”.

Apesar das inúmeras cascas de banana colocadas no caminho por opositores, o Brasil cresceu nos últimos quatro anos. Muito disso em razão da política de combate à corrupção, que foi seguida dia e noite pelo presidente Bolsonaro.

Além disso, alguém se lembra de alguma “greve geral” nos últimos quatro anos? Algum movimento nocivo contra a economia nacional?

Com o fechamento da torneira de recursos públicos que jorravam nos caixas das entidades sindicais, o movimento minguou para o bem da economia nacional.

O Brasil passou a ser visto com outros olhos e a credibilidade do mercado externo em relação a produção brasileira -- tanto na questão da qualidade, como na certeza que os impostos gerados seriam direcionados em benefício da Nação -- fez crescer os negócios com outros países.

Com isso, a região de Sorocaba se beneficiou grandemente, principalmente por deter um polo industrial de primeiro mundo e produzir produtos de demanda garantida pelo mercado externo. Essa condição, colocou Sorocaba no sexto lugar no ranking estadual de exportações, à frente, até mesmo, de outras regiões paulistas de porte semelhante ou maiores, como as de Jundiaí, Bauru, Guarulhos, Santo André e São Caetano do Sul.

Tendo por base o estudo elaborado pelo Ciesp, os principais produtos exportados a partir de Sorocaba -- foram automóveis, tratores máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos e alumínio, tendo como principais compradores Argentina, Estados Unidos e Chile.

Na opinião de dois nomes importantes locais do setor, a confiança é a razão para a efetivação dos bons negócios. Para o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico Trabalho e Turismo (Sedettur), Paulo Henrique Marcelo, os resultados positivos são decorrentes da confiança depositada pelas empresas exportadoras em Sorocaba e região. O diretor titular do Ciesp Sorocaba, Erly Domingues de Syllos, concorda e acrescenta que o desempenho da região na área de comércio exterior tem sido bastante satisfatório em 2022 e tem um enorme potencial para exportar cada vez mais.

Toda essa confiança, que gera emprego e renda, construída ao longo dos últimos quatro anos, está em risco a partir de agora. A garantia de uma governabilidade austera e incorruptível está ameaçada. O assunto é sério e pede, sim, a reflexão de todos e a ação dos poderes Legislativo e Judiciário.